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Suécia inaugura shopping que só vende produtos usados

ReTuna Återbruksgalleria: shopping que só vende artigos usados ou de segunda-mão (Foto: Divulgação)

São vendidos móveis, roupas, utensílios de jardinagem, produtos para pet até materiais de construção. Tudo de segunda mão.

Móveis, computadores, equipamentos eletrônicos, plantas, utensílios de jardinagem, bicicletas. Imagine um shopping onde você encontra toda essa variedade de uma só vez. Com um pequeno detalhe: é tudo de segunda mão. Esse shopping tem nome e endereço: é o ReTuna Återbrucksgalleria, inaugurado recentemente em Eskilstuna, na Suécia. O centro de compras foi aberto em um espaço que já funcionava desde agosto de 2015 como depósito de reciclagem.

Anna Bergstrom, uma das fundadoras do projeto e atual diretora do shopping, explica que a montagem do espaço envolveu políticos, empresários e o poder municipal da cidade que buscava formas de reduzir o desperdício. “Nós pegamos tudo em uma casa que não estiver em uso – não negamos nada”, disse Anna ao site Progrss. Segundo ela, quando um objeto que chega por meio de doação não tem viabilidade comercial, mas é bom, eles repassam a outras instituições que podem utilizá-lo, como escolas e instituições. Se ele for de interesse, vai para o depósito da empresa onde será restaurado e revendido em uma das 15 lojas. As pessoas podem deixar seus próprios objetos no shopping, que tem um drive-thru específico para isso.

O shopping também tem uma cafeteria, especializada em comida orgânica e que promove minipalestras sobre reciclagem e reuso de materiais. “Somos, talvez, o primeiro centro comercial no mundo que “ajuda” objetos a encontrarem uma nova casa. Renovar, reparar e reutilizar de forma criativa dá um novo sentido às coisas. É isso que chamamos de reciclagem: uma forma amigável de fazer negócios”, diz comunicado no site do shopping”. Cerca de 700 pessoas visitam o shopping todos os dias.

Shopping na Suécia vende apenas produtos de segunda mão (Foto: Divulgação)SHOPPING NA SUÉCIA VENDE APENAS PRODUTOS DE SEGUNDA MÃO (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Para contribuir, qualquer cidadão pode fazer a “faxina” em casa e levar objetos sem uso até o shopping. É bom para quem doa o objeto e ótimo para a sustentabilidade.

Produtos para pet (segunda-mão) vendidos no shopping da Suécia (Foto: Divulgação)
PRODUTOS PARA PET (SEGUNDA-MÃO) VENDIDOS NO SHOPPING DA SUÉCIA (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Café do ReTuna Återbruksgalleria (Foto: Divulgação)

 

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Brasil tem 43 bilionários

Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil (Foto: Scott Olson/Getty Images)

JORGE PAULO LEMANN, O HOMEM MAIS RICO DO BRASIL (FOTO: SCOTT OLSON/GETTY IMAGES)
Veja quem são as pessoas mais ricas do país

A despeito da forte crise econômica, o Brasil ganhou 12 bilionários entre 2016 e 2017, segundo o novo ranking mundial divulgado nesta segunda-feira (20/03), pela revista norte-americana Forbes. O brasileiro mais rico do país é Jorge Paulo Lemann, com uma fortuna estimada em US$ 29,2 bilhões (R$ 90 bilhões) — um aumento de US$ 1,4 bilhão em relação ao ranking de 2016. Em segundo lugar, aparece o banqueiro Joseph Safra, com um patrimônio de US$ 20,5 bilhões (R$ 63 bilhões), seguido de Marcel Telles, na terceira posição, com US$ 14,8 bilhões (R$ 46 bilhões). Dez mulheres aparecem na lista deste ano.

Conheça quem são os bilionários brasileiros:

1. Jorge Paulo Lemann – US$ 29,2 bilhões (AB/Inbev)
2. Joseph Safra – US$ 20,5 bilhões (Banco Safra)
3. Marcel Telles – US$ 14,8 bilhões (AB/Inbev)
4. Carlos Alberto Sicupira – US$ 12,5 bilhões (AB/Inbev)
5. Eduardo Saverin – US$ 7,9 bilhões (Facebook)
6. Ermirio Pereira de Moraes – US$ 3,9 bilhões (Votorantim)
7. Maria Helena Moraes Scripilliti – US$ 3,9 bilhões (Votorantim)
8. José Roberto Marinho – US$ 3,8 bilhões (Grupo Globo)
9. Roberto Irineu Marinho – US$ 3,8 bilhões (Grupo Globo)
10. João Roberto Marinho – US$ 3,7 bilhões (Grupo Globo)
11. Abilio Diniz – US$ 3,3 bilhões (BRF/Carrefour)
12. Walter Faria – US$ 3,3 bilhões (Grupo Petrópolis)
13. Jorge Moll Filho – US$ 3,2 bilhões (Rede D\’Or)
14. Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 3,2 bilhões (Itaú Unibanco)
15. João Moreira Salles – US$ 3,2 bilhões (Itaú Unibanco)
16. Pedro Moreira Salles – US$ 3,2 bilhões (Itaú Unibanco)
17. Walther Moreira Salles – US$ 3,2 bilhões(Itaú Unibanco)
18. Rossana Camargo de Arruda Botelho – US$ 3,1 bilhão (Camargo Corrêa)
19. Renata de Camargo Nascimento – US$ 1,9 bilhão (Camargo Corrêa)
20. Regina de Camargo Pires Oliveira Dias – US$ 3,1 bilhão (Camargo Corrêa)
21. Aloysio de Andrade Faria – US$ 2,4 bilhões bilhão (Banco Alfa)
22. José Luís Cutrale – US$ 2,2 bilhões (Cutrale)
23. Alexandre Grendene Bartelle – US$ 2 bilhões (Grendene)
24. Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US$ 1,9 bilhão (Itaú Unibanco)
25. Júlio Bozano – US$ 1,8 bilhão (Grupo Bozano)
26. Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US$ 1,8 bilhão (Amil)
27. André Esteves – US$ 1,8 bilhão (BTG Pactual)
28. Carlos Sanchez – US$ 1,8 bilhão (EMS)
29. Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US$ 1,7 bilhão (Itaú Unibanco)
30. Jayme Garfinkel – US$ 1,5 bilhão (Porto Seguro)
31. Liu Ming Chung – US$ 1,5 bilhão – (Nine Dragons)
32. Ana Maria Marcondes Penido Sant\’Anna – US$ 1,5 bilhão (CCR)
33. José Isaac Peres – US$ 1,5 bilhão (Multiplan)
34. João Alves de Queiróz Filho – US$ 1,4 bilhão (Hypermarcas)
35. Rubens Ometto Silveira Mello -US$ 1,4 bilhão (Cosan)
36. Lírio Parisotto – US$ 1,4 bilhão (Videolar-Innova)
37. Lina Maria Aguiar – US$ 1,3 bilhão (Bradesco)
38. Maurizio Billi – US$ 1,3 bilhão (Eurofarma)
39. Nevaldo Rocha – US$ 1,3 bilhão (Riachuelo)
40. Antonio Luiz Seabra – US$ 1,3 bilhão (Natura)
41. Miguel Krigsner – US$ 1,2 bilhão (Grupo O Boticário)
42. Lia Maria Aguiar – US$ 1,1 bilhão (Bradesco)
43. Daisy Iguel – US$ 1,1 bilhão (Grupo Ultra) http://epocanegocios.globo.com/colunas/Financas-de-Bolso/noticia/2017/03/brasil-tem-43-bilionarios.html

Não se compare

 por Ramon Barbosa

Se existe uma boa dica que eu dou para alguém que está começando a empreender é essa: Não se compare. A comparação poderá te levar justamente no sentido contrário ao que você quer ir. E neste artigo eu vou te falar de alguns cuidados que você precisa ter para não se deixar levar por essa prática muito comum.

Eu acredito que muita gente que empreende tem uma referência, um ídolo ou um guru. Isso é bom. É bom porque você tem alguém por quem se modelar. Sendo que existe aqui um cuidado especial, é não querer viver a vida do seu mentor, ídolo ou guru. Você tem a sua vida, sua história, e que é totalmente diferente dos outros.

Olhar para o próprio jardim é o fundamental. Não fique querendo ter a grama do vizinho, as flores. Você não sabe qual foi o trabalho que ele desenvolveu para deixar o jardim dele naquela condição. Então, não se deve comparar o resultado de quem está começando com quem está lá na frente.

Querer se comparar com os outros, principalmente os que estão mais à frente, é querer comparar um faixa-branca com um faixa-preta. Você ainda tem muito suor para derramar. Busque trilhar o seu caminho, use a história do faixa-preta como exemplo, mas não a viva. Aprenda a ser determinado, resiliente, focado e motivado, como foi o faixa-preta! Siga sempre em frente, sem pestanejar. Só os mais fortes se tornam faixas-preta!

Você precisa entender que você tem as suas próprias virtudes, seus valores, suas crenças e oportunidades que você aproveitando bem, conseguirá chegar exatamente onde você quer. Não se preocupe com o que os outros pensam ou dizem a seu respeito. Da mesma forma que você não deve viver a vida dos outros, não permita que ninguém viva a sua. Ninguém sabe exatamente os seus desejos, seus medos e seus objetivos mais profundos.

Esta busca é uma busca só sua! Você é o principal responsável por chegar lá. Acredite em você, nas suas forças, trate suas fraquezas e não se permita desistir. Lembre-se que fracasso não existe.  – http://www.ramonbarbosa.com.br/blog/nao-se-compare/

Bill Gates garante: 5 atitudes que te levam ao sucesso

Bill Gates (Foto: Ramin Talaie/Getty Images)

Quando o homem mais rico do mundo fala em carreira, é inteligente escutá-lo

Se você está à procura de um modelo de sucesso para sua vida, você dificilmente poderia pensar em um melhor do que o criado por Bill Gates. A empresa que fundou, Microsoft, não apenas criou toda uma indústria como, através dela, ele conseguiu realizar um sonho: levar um computador pessoal ao maior número de pessoas possível. Se hoje ele acumula uma fortuna da ordem de US$ 80 bilhões, ele também não economiza em filantropia e novos projetos.

Mas o que levou Gates ao sucesso? Ele certamente estava no lugar certo na hora certa com o conceito certo para um produto. Mas ao longo dos anos, ele próprio chamou a atenção para algumas das atitudes que ele acredita que o ajudaram nessa trajetória. A revista INC selecionou alguns desses conselhos.  Confira abaixo:

  1. Saiba como dizer não:

Esse conselho Bill Gates ganhou de Warren Buffett e é algo extremamente útil a qualquer um, independente da riqueza ou sucesso. É preciso ter em mente que sempre haverá inesgotáveis oportunidades, coisas para fazer, causas para se preocupar e assim por diante. Neste mundo ocupado, sabendo como e quando dizer não para o desenvolvimento de novos projetos, convites sociais e pessoais, e outros pedidos que usam seu tempo, você verá que esta é a maior habilidade que você precisa. Permitirá a você descobrir o que é realmente importante e, assim, o que se exige sua atenção.

  1. Esteja aberto à críticas

Bill Gates já escreveu lá no seu livro The Speed of Thought (A Empresa na Velocidade do Pensamento): “Aceite as notícias ruins para aprender onde você deve focar em melhorar”. Embora nunca seja agradável ouvir alguém dizer-lhe como você errou, sem esse tipo de feedback, seu processo de aprendizagem poderá ser muito mais lento.  Claro que, algumas críticas não são úteis e é aí que entra o seu julgamento para notar a diferença. Isso tendo em mente que da próxima vez que alguém lhe criticar, não pense que essa pessoa quer te destruir. Pare, respira e reflita.

  1. O otimismo tem valor

É difícil sim ser otimista em um mundo no qual tantas coisas parecem estar indo no caminho errado. Mas, sem otimismo, ninguém abre uma nova empresa, investe em uma nova ideia e tenta buscar um novo produto ou nicho de mercadio. Gates sempre apreciou o valor que o otimismo tem e, nesse sentido, seu trabalho também tem um direcionamento para resolver algumas das questões mais desanimadoras, como tráfico sexual, pobreza e fome. “O otimismo é muitas vezes descartado como falsa esperança”, disse ele em um discurso de formatura de Stanford em 2013. “Mas há também falsa falta de esperança.”

  1. Esteja disposto a falhar

“O sucesso é um péssimo professor. Ele seduz as pessoas inteligentes a pensar que elas não podem perder”, escreveu em seu livro The Road Ahead (A Estrada do Futuro). Segundo Gates, é importante ter em mente que você pode criar um produto hoje que pode se tornar absolutamente obsoleto amanhã já. Você pode encontrar mais sucessos do que fracassos agradáveis, mas são as falhas que vão te ensinar mais e dar as melhores oportunidades para crescer. Tenha em mente na próxima vez que você cair e der com a cara no chão.

  1. Desenvola a habilidade de focar um objetivo e mantenha-se progredindo nesta direção

Em uma carta anual da Fundação Bill e Melinda Gates, Gates tirou algumas lições da história da máquina a vapor. “Você pode conseguir um progresso incrível se você definir uma meta clara e encontrar uma medida que irá impulsionar o progresso em direção a esse objetivo”, escreveu ele. Lembrou, contudo, que encontrar o objetivo correto e a métrica certa para acompanhar seu progresso é algo surpreendentemente difícil. Então, novamente, se fosse fácil, todo mundo estaria fazendo isso. Não custa tentar.  Fonte: Época Negócios

 

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Atitudes mentais: a chave das portas do céu e do inferno

Todos temos um conceito sobre céu e inferno, especialmente para quem segue uma religião. No entanto, uma definição mais ampla afirma que nossa atitude mental é responsável por nos conduzir a esses “lugares” de puro êxtase ou de total agonia. A boa notícia é que a escolha é só nossa. A má notícia é que não sabemos escolher.

Independente de conceitos religiosos, todos nós temos uma definição pessoal sobre céu e inferno. As mais comuns estão relacionadas com um local para onde as pessoas são encaminhadas após a morte física, de acordo com suas obras em vida e, naturalmente, com suas crenças.

Uma definição mais ampla, no entanto, está na ideia de que cada um de nós tem o poder de criar estes lugares de puro êxtase ou de extrema agonia. Estar no céu ou no inferno é uma simples questão de escolha, independente das circunstâncias em que se vive. O caminho que seguimos é definido de acordo com nossas atitudes mentais.

Realidade física versus realidade mental

Certa vez, em uma das (muitas) escolas filosóficas que frequentei, ouvi uma história que me ajudou a compreender o mecanismo da mente em relação às percepções exteriores. Já devo ter mencionado essa parábola em outra ocasião, mas não custa nada repetir.

Um velhinho estava sentado no topo de uma colina, apreciando a movimentação de um pequeno vilarejo. Em dado momento, encosta um viajante e lhe pergunta:

– Bom dia, senhor. Esse vilarejo é um bom local para descansar?

– O que lhe parece?  – perguntou o ancião.

O viajante desviou os olhos em direção ao vilarejo e após uma breve análise, respondeu.

– Bom, pelo que posso ver daqui, parece ser um local onde as pessoas são hospitaleiras e gentis, as ruas são limpas e organizadas, o clima é agradável e as acomodações confortáveis.

– É exatamente assim que é! – respondeu o ancião, devolvendo o sorriso.

Pouco depois, chegou um outro viajante e fez o mesmo questionamento. E o ancião rebateu com a mesma pergunta.

Após contemplar o local por alguns minutos, o homem respondeu.

– Pelo que estou vendo, parece ser um local onde as pessoas são grosseiras, as ruas são sujas e mal sinalizadas, o calor é sufocante e as acomodações são precárias.

– É exatamente assim que é! – respondeu o velhinho, franzindo o cenho.

Você deve se perguntar porque o ancião agiu de tal forma? Ele estava tirando sarro com os forasteiros ou simplesmente se encontrava em um estado avançado de caduquice? Nenhuma das respostas. Ele falou a verdade nas duas ocasiões.

Trata-se de uma metáfora para entendermos como as pessoas interpretam as mesmas circunstâncias de formas absolutamente distintas e que tanto o céu quanto o inferno, podem ocupar o mesmo lugar no tempo e espaço, contrariando as leis da física.

O que é bom para você, pode não ser para os outros…e vice-versa.

Tranquilidade, ouvir música suave, ler um livro ao cair da tarde, saborear um delicioso chá de maçã, dormir cedo e acordar com o raiar do sol para se exercitar. Desfrutar de tais atividades pode ser um paraíso para muita gente, mas uma tortura chinesa para quem aprecia uma vida mais agitada. Tudo é uma questão de perspectiva.

Imagine um local onde há gritos estridentes, choros contínuos, cheiro ruim, medo, aflição, noites mal dormidas, preocupações constantes, falta de tempo para se dedicar ao trabalho ou ao lazer. Imaginou? Um tapete na entrada com a inscrição bem-vindo ao inferno seria adequado?

Mas espere um pouco!

Por acaso, o mesmo cenário poderia ser descrito por um casal que tenha um bebê em casa? E seria errado afirmar que a maioria dos pais – especialmente àqueles que planejaram o nascimento dos filhos – considere essas mesmas situações como insignificantes, mediante a alegria que a criança trouxe a eles?

Quem tal agora um tapete com a saudação bem-vindo ao paraíso?

Como é possível que o mesmo local ou circunstância possa ser considerado maravilhoso para uns e terrível para outros? E como seria um céu físico que agradasse gregos e troianos ou um inferno que aterrorizasse a todos? Depende de como se encaram os fatos.

O inferno é aqui…e o céu também pode ser

Todos somos vulneráveis aos fatos cotidianos que nos desagradam, deprimem, aborrecem ou enfurecem. São situações que minam nossa vontade de viver e enfraquecem nossa esperança e alegria. Os sentimentos mais constantes são tristeza, raiva ou rancor.

Se forem episódios temporários, é mais fácil suportar. Por exemplo, um engarrafamento quilométrico. Mas se o sujeito está enterrado até o nariz em alguma condição que provoca sentimentos danosos e destrutivos continuamente, então pode estar vivendo o que se convencionou a chamar de inferno astral. É o pranto e ranger de dentes mencionados nas Sagradas Escrituras.

Temos a tendência de encarar tais experiências como algo penoso. Não queremos sofrer. Queremos nos afastar de tudo que nos aborreça, entristeça ou enfureça. Mas nem sempre é possível, certo? Quando nos deparamos com o inevitável, podemos seguir o conselho de Bob Dylan e bater na porta do céu*. Mas onde fica essa porta?

*referência à canção Knockin´ on Heaven Door

Refugie-se em sua mente

Uma das cenas do maravilhoso filme Efeito Borboleta, mostra o personagem Evan Treborn (Ashton Kutcher) na prisão, após ter cometido um crime nas diferentes realidades que experimentou. Na cela, ciente de que será “visitado” pela poderosa irmandade ariana, recebe um sábio conselho de um detento experiente:

– Olhe cara. Quando vierem pegar você, refugie-se dentro da sua mente. Esteja em outro lugar.

Fazendo um comparativo extremista, vivemos presos em vários aspectos. Paradoxalmente, existem presidiários que são mais livres do que a maioria de nós, apesar de viverem num ambiente infernal. Muitos aprenderam a se refugiar na mente e viver em outra realidade, para enfrentar as condições degradantes nas quais são submetidos.

Só para citar um exemplo clássico, essa poderosa técnica salvou muitos prisioneiros dos campos de concentração nazistas, na segunda guerra mundial.

Felizmente, não estamos no cárcere de um penitenciária, mas somos aprisionados por conceitos mentais que têm o poder de potencializar situações difíceis. Entretanto, podemos mudar qualquer realidade, adotando novas atitudes que nos permitam estar em outro lugar ou, melhor dizendo, enxergar com outros olhos.

Como se faz isso? De muitas formas. Eis algumas comprovadamente eficientes:

  • Exercite a gratidão (isso é fundamental).
  • Procure descobrir o lado positivo das situações que lhe aborrecem.
  • Imagine o quanto poderia ser pior (isso ajuda muito a aliviar a tensão).
  • Pratique atividades prazerosas (hobbies, esportes).
  • Acredite que tudo vai melhorar (a fé não tem, necessariamente, relação com religião, mas se você tiver uma, tanto melhor).
  • Pratique a solidariedade.
  • Tenha a certeza de que tudo na vida é passageiro (isso não é um devaneio! É pura realidade)
  • Alimente sua mente com mensagens positivas encontradas em filmes, livros, textos, frases, conversas, palestras, sermões, etc.

Conforme se exercita essa técnica, o inferno insuportável vai se transformando em um mar sereno, repleto de sabedoria. Isso não quer dizer, no entanto, que devemos nos conformar com uma situação ruim. Podemos e devemos buscar melhorias. A diferença é que os obstáculos que encontrarmos no caminho serão removidos com muito mais facilidade.

Conclusão

Um trecho da canção Sobre as pernas, gravada pela saudosa banda independente Akira S e as Garotas que Erraram, diz o seguinte: O inferno tem mil entradas, algumas são bem conhecidas, outras são mais disfarçadas.

Existem muitas formas de encararmos os nossos fatos cotidianos. Algumas nos fortalecem e nos permitem cultivar o discernimento necessário para seguir em frente. Outras nos roubam energia, nos enfraquecem, tiram a possibilidade de encontrarmos as soluções.

O céu e o inferno são pessoais e intransferíveis. Nos acompanham para onde formos. Para facilitar nossa caminhada, é importante saber que além das mil entradas infernais mencionadas na canção, existem outras mil (ou mais) entradas celestiais à disposição. A escolha sempre será nossa, consciente ou inconscientemente.

Faz sentido para você?  Se sim, deixe seu comentário e compartilhe com seus amigos. Se não, deixe sua crítica e compartilhe para seus amigos também dar uma “malhada” no texto. Fonte: Administradores.com

Psiquiatra alerta sobre estresse no trabalho e a Síndrome de Burnout

O estresse gerado por conta da correria do dia a dia desencadeia uma série de doenças, entre elas a Síndrome de Burnout – estado de tensão emocional e stress crônico provocado por condições de trabalho desgastantes.

– A síndrome é caracterizada por um esgotamento intenso, um cansaço forte, intimamente relacionado à questão profissional, quando o nível de stress no trabalho chega a um estado muito elevado, interferindo diretamente na qualidade de vida da pessoa – explicou a psiquiatra do Centro de Especialidades Médicas – CEM, Natália Fernandes de Almeida Gomes.

Atualmente no Brasil mais de 70% dos trabalhadores sofrem com algum tipo de sequela relacionada ao stress. Em cada 100 milhões de pessoas, a Síndrome de Burnout atinge 32%, acometendo profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas e influenciam suas vidas. A maioria delas estão ligadas as áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.

Antes do diagnóstico, os sintomas podem ser confundidos com a depressão, porém a psiquiatra explica que na síndrome de Burnout o paciente tem aversão a fatos ligados ao trabalho.
– Explicando de uma forma básica, podemos dizer, por exemplo, que na depressão a pessoa perde o interesse por atividades que lhe dão prazer. Enquanto na síndrome de Burnout os sintomas são relacionados ao trabalho, não conseguir passar perto do local onde trabalha, ter que ir entregar algum documento ou até mesmo um atestado – destacou.

O esgotamento físico e emocional é refletido em uma mudança de comportamento, como alteração de humor, agressividade, falha na memória, dificuldade de concentração e em alguns casos desconfiança e até paranoia. Há também acometimento físico com dores de cabeça, insônia, crise de ansiedade, palpitação, sudorese, pressão alta, dores musculares, entre outros.

– Com relação ao tratamento, tanto na depressão quanto no Burnout, são usados antidepressivos, escolhidos de acordo com as características do paciente, além é claro de psicoterapia. É muito importante orientar as pessoas de que ela precisa realizar outras tarefas recreativas, ter momentos de descanso, dormir bem, conviver com amigos e família – esclareceu.

Para prevenir esse quadro, os especialistas recomendam praticar exercícios, noites regulares de sono, alimentação saudável, manter uma vida social bem ativa, enfim, ter mais qualidade de vida. As empresas também podem contribuir nessa questão evitando o excesso de horas extras dos colaboradores, proporcionando condições de trabalho atrativas e gratificantes, modificando os métodos de prestação de cuidados, suporte social às equipes, etc. – http://empreendedor.com.br/noticia/psiquiatra-alerta-sobre-estresse-no-trabalho-e-sindrome-de-burnout/

“Se o negócio quebra, começa de novo; o pior é aceitar andar de lado a vida inteira”

Depois de “andar de lado” por muito tempo, Wilson Poit criou um negócio maior do que ele mesmo imaginava

Todo dia, Wilson e seu irmão caminhavam 4 km até a escola. Estilingue no pescoço, iam encontrando os colegas pelas porteiras, na região rural de Osvaldo Cruz, no interior de São Paulo. Chegando do colégio, deixavam a bolsa de lado e iam para a roça encontrar os pais.

A mãe, além de trabalhar na plantação de café com o marido, também era cabeleireira e costureira. Ela mesma fazia as roupas da família, às vezes desmanchando um vestido para transformá-lo em duas bermudas, sempre otimizando recursos. Moravam todos em uma casa de tábua, sem forro e sem eletricidade. Em vez de assistir TV, reuniam-se no quintal com lampiões para compartilharem histórias, até a hora em que dava sono.

Com o preço do café piorando a cada ano, a família começou a passar dificuldades — apesar de as crianças não sentirem a diferença. O pai contraiu uma dívida com o banco e precisou se desfazer do sítio. Trocou por uma máquina de benefício de arroz e iniciou um pequeno comércio em uma cidade vizinha chamada Rinópolis. Wilson tinha 11 anos quando dormiu pela primeira vez com barulho de carros.

Todo mundo em volta do menino era de alguma forma exemplo de autonomia e determinação. Conforme ia entrando na adolescência, ia ficando mais comum que ele trabalhasse para ganhar algum dinheiro. Sábado tinha muito movimento na cidade, então Wilson saía para vender sorvete e poder, assim, comprar sua primeira bicicleta. Na época de finados, se metia a vender jabuticabas. Prontamente aprendeu a consertar fogões para aproveitar a clientela do pai, que além do arroz também vendia botijões de gás.

O gosto pelo trabalho se estendeu até a época de faculdade. Como o curso de engenharia elétrica na FEI, em São Bernardo do Campo, era em horário integral, não podia ter um emprego fixo. Arranjava “bicos”. Chegou a corrigir 3 mil provas por final de semana e trouxe sua caixa de ferramentas de Rinópolis para continuar fazendo pequenos consertos.

“FEZ UMA DIFERENÇA ENORME PARA MIM, A VONTADE DE SEMPRE TRABALHAR POR CONTA PRÓPRIA”, DIZ WILSON. NÃO À TOA, FOI A BASE DO QUE O MENINO DA ROÇA SE TORNOU: EMPREENDEDOR.

Serial

Ele tinha 40 anos quando teve a ideia do negócio que realmente mudou sua vida. A Poit Energia surgiu para fornecer um serviço completo no aluguel de geradores — do cabeamento aos profissionais de plantão, além das máquinas. Antes disso, no entanto, Wilson já havia iniciado (e dado fim a) alguns projetos. Cinco, para ser exato.

O primeiro deles foi uma empresa de instalações elétricas, que abriu com um sócio, aos 26 anos. Em paralelo, começou também uma loja de material elétrico e hidráulico no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Faltou planejamento, e as vendas foram mal: precisou passar o ponto, vendeu as prateleiras para um, o estoque para outro…

Por pouco tempo tocou ainda uma transportadora, na Vila Maria, também na capital paulista. E como todo rapaz do interior, Wilson tinha o sonho de ter um sítio na cidade em que nasceu.

Assim que pôde, comprou uma propriedade por lá e virou fruticultor. Viu o preço da manga nos grandes centros e pensou que o negócio não tinha como dar errado. Chegou a ter 400 pés de manga e só depois foi descobrir a diferença do preço do que o produtor vende até chegar ao consumidor. “Foi uma grande alegria quando comprei o sítio e duas quando vendi”, brinca.

A CADA INICIATIVA, NOVOS APRENDIZADOS SE ACUMULAVAM. QUANDO UMA BRECHA SURGIU, ELE ESTAVA MAIS PREPARADO PARA ENCARÁ-LA COMO OPORTUNIDADE.

Acho que faço melhor

Wilson foi contratado, nos anos 90, para ser o engenheiro eletricista do show da banda Double You. Na véspera do evento, precisou de um fornecedor de caminhão com gerador, para o caso de haver queda de energia. Além do serviço caro, difícil de encontrar, e do mau atendimento, o caminhão era sujo, barulhento, e Wilson ainda precisou se encarregar de outras etapas do serviço para garantir uma apresentação sem interrupções técnicas.

No fim das contas, não acabou a luz. Wilson pagou o fornecedor, deu tudo certo, mas ficou com aquela coceirinha: “Acho que faço melhor que esse cara”.

Não esperou muito para fazer acontecer. “Sempre tem alguém pra desencorajar, então se demorar muito, você desiste”, conta. “A diferença entre um empreendedor e um louco é que o empreendedor convence os outros da sua loucura.”

Foi ao salão do automóvel, encontrou um caminhão em oferta e pôs um gerador em cima. Começou a imprimir panfletos, encaminhar fax, e disso saíram os primeiros clientes. Tudo estava no posicionamento. Alugar gerador, muita empresa alugava. Mas a Poit Energia era uma fornecedora de infraestrutura elétrica completa temporária.

Sonho cada vez maior

O marketing boca a boca levou a Poit a prestar serviços até para a Rede Globo, cobrindo a Fórmula 1. Wilson ia comprando mais caminhões e geradores à medida em que o dinheiro entrava. E o negócio ia crescendo junto com a demanda. “Eu preciso de 10 geradores para colocar em torres de celulares, você tem?”. A resposta nunca era “não”.

Logo, a Poit Energia estava maior do que o próprio empreendedor pensou que um dia estaria. O sonho ia sendo renovado no ritmo em que a empresa crescia. Firmou ótimos contratos durante o bug do milênio — quando começaram a achar que os computadores entrariam em pane na virada do século. Na época do apagão energético, em 2001, ganhou a mídia. Ali estava a solução para os nossos problemas.

Com toda essa atenção, Wilson começou a ser assediado com propostas para que ele vendesse a empresa. A tentação era grande, mas o conselho dos mais experientes era de não ceder. “Você ainda vai abrir capital na Bolsa, ter filial no Brasil todo”, encorajavam.

Poit acreditou e segurou a onda para focar no crescimento. Em 2002, foi selecionado como Empreendedor Endeavor e passou a contar com grandes mentores para seguir nessa curva ascendente. Ao mesmo tempo, se empenhava em deixar a casa arrumada para quando chegasse a hora certa.

Depois do apagão, no entanto, veio uma ressaca de mercado. Entre 2004 e 2005, a empresa sofreu com a baixa ocupação. Mesmo enfrentando dificuldades, as propostas continuavam a aparecer.

Nessa época, combatendo a solidão do empreendedor em tomar decisões, Wilson montou seu conselho consultivo: “Felizmente encontrei pessoas que me orientaram, me deram exemplo para chegarmos até esse ponto da empresa”.

A venda acabou acontecendo apenas em 2012, quando a Aggreko, líder mundial do setor, adquiriu 100% da Poit Energia.

Sem parar

Quando concluiu seus deveres como CEO, Wilson prometeu à família que ia sossegar. Ter uma agenda menos “de galinha”, como havia sido por 30 anos, e mais “de águia”. Passou a ser conselheiro de algumas empresas, viajou com esposa e filhos. Mas é lógico que não ia parar por aí.

Toca o telefone. “Poit, o que você está fazendo? O [Fernando] Haddad ganhou a eleição em São Paulo e está querendo alguns secretários da equipe dele que não sejam partidários, sejam empresários”.

Wilson foi ao gabinete do recém-eleito prefeito e, passadas algumas semanas de conversas, aceitou o convite para se tornar presidente da SP Negócios, uma instituição focada em promover investimentos, estruturar Projetos de Concessão e Parcerias Público-Privadas e melhorar o ambiente de negócios para o desenvolvimento da cidade.

Gostou. Estava tão animado em ver as mudanças acontecendo que recebeu outro convite. Dessa vez, para presidir a SP Turis, secretaria de turismo, apenas 7 meses antes da Copa do Mundo.

Assumiu as duas funções, depois de “picado pela mosquinha do impacto social”, como ele mesmo diz. No setor público, encontrou uma oportunidade de continuar causando um impacto positivo. “É que nem reunião de condomínio, a gente reclama o tempo todo, mas não vai nem na reunião”, comenta.

Para 2017, Wilson Poit foi convidado e acaba de ser empossado como secretário de Desestatização e Parcerias da cidade de São Paulo, no governo de João Doria Jr., além de continuar sendo conselheiro e mentor de outros empreendedores. E não para.

Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/se-o-negocio-quebra-comeca-de-novo-o-pior-e-aceitar-andar-de-lado-vida-inteira/

Por que é tão importante desenvolver a inteligência

Resultado de imagem para Fotos de controle das emoções

Não é novidade para você que as pessoas geralmente conseguem seus cargos nas empresas por causa da sua inteligência intelectual (Q.I.), mas o que as mantêm nos seus cargos é a inteligência emocional (Q.E.). Para começar, você sabe o que é isso?

A inteligência emocional é a empatia, a capacidade de se conhecer e se colocar no lugar do outro. Para desenvolvê-la cada vez mais e melhor, listamos algumas habilidades abaixo. Vamos lá então?

Conhecer a si mesmo

Conselho dado há muitos séculos por Sócrates, um sábio da antiguidade, essa máxima é mais difícil de se alcançar do que você imagina.

Afinal, você se conhece? Sabe bem seus defeitos, qualidades, o que é capaz de fazer e como resiste à pressão?

Para isso, é sempre bom refletir e, caso tenha dificuldades para se conhecer sozinho, a ajuda de um terapeuta sempre é bem-vinda.

Saber lidar com críticas e stress

Se você conhecer bem a si mesmo, será fácil saber lidar com críticas e pressões cotidianas, seja no trabalho ou em outras situações.

Saiba lidar consigo mesmo e com as outras pessoas com paciência e compreensão. Tente entender os pontos de vista dos outros e, mesmo que você se sinta injustiçado, procure sempre conversar em vez de debater inutilmente.

Desenvolver seus pontos fortes

Muitas vezes, ficar muito tempo em um determinado local de trabalho faz com que você desenvolva algumas habilidades em detrimento de outras. No entanto, isso não quer dizer que você não possa adaptá-las.

Se você é um bom comunicador e só trabalha com máquinas, que tal utilizar esse talento com os técnicos e fornecedores? Ou, quem sabe, fazendo algum serviço social? Não deixe as suas habilidades morrerem por falta de uso.

Delegar tarefas é inteligência emocional

Ser super-herói podia ser seu sonho de infância. No entanto, na vida adulta, esse desejo não é nem um pouco prático. Acumular tarefas e não delegar a ninguém vai prejudicar a sua saúde. E o que é pior: sem nenhum reconhecimento da sociedade ou medalha de mérito.

Confie mais na sua equipe e a prepare de forma eficaz para que trabalhe em algumas funções pontuais, de forma que não fique tudo por sua conta.

Dar atenção às pessoas

Empatia, ultimamente, é um dom cada vez mais raro. Você tem parado para ouvir e conversar com as pessoas?

Largue o celular e outros aparelhos eletrônicos quando elas estiverem falando, dê a sua total atenção aos interlocutores. Mesmo se o assunto não interessar a você, coloque-se no lugar delas.

Inclusive esse é um dos significados da palavra empatia: a habilidade de se colocar no lugar do outro, nem que seja por alguns instantes.

Vivemos em sociedade e é imprescindível saber conviver bem com quem nos cerca, inclusive os integrantes da sua família e do seu trabalho. Lembre-se que as relações pessoais são importantes não só para obter vantagens materiais, mas para o seu próprio convívio social.

Com essas dicas, certamente você melhorará não só a sua inteligência emocional, mas também a sua empatia e relacionamento com as pessoas. Fonte: https://impactplayer.com.br/

Após prejuízo, BRF vai mudar gestão

O empresário Abilio Diniz (Foto: Divulgação/Kiko Ferrite)

O EMPRESÁRIO ABILIO DINIZ (FOTO: DIVULGAÇÃO/KIKO FERRITE)
Em 2016, o prejuízo da BRF foi de R$ 372 milhões

Após a divulgação do primeiro prejuízo anual da gigante dos alimentos BRF, o presidente do conselho de administração da companhia, Abilio Diniz, afirmou que constituiu um comitê para reformular o modelo de gestão da companhia. “Essa será a conversa mais importante dos últimos quatro anos sobre BRF”, disse o executivo na sexta-feira (24/02) em teleconferência sobre os resultados. Além disso, Abilio esclareceu especulações sobre uma possível saída da Península, gestora de investimentos da família Diniz, da BRF. “Quero deixar muito claro que a Península fica firmemente com a BRF.”

Os comentários sobre uma possível saída da Península da estrutura societária se referem aos maus resultados da companhia, que estaria perdendo posições de mercado em mercados importantes. Isso levou a companhia reduzir preços, prejudicando suas margens e resultados finais.

Em 2016, o prejuízo da BRF foi de R$ 372 milhões, contra lucro líquido de R$ 2,93 bilhões em 2015. No quarto trimestre, a perda foi de R$ 460 milhões, ante lucro de R$ 1,41 bilhão no mesmo período de 2015.

A estratégia de recuperação da BRF, disse Abilio, se concentrará na correção de erros da companhia. As mudanças deverão ser definidas em 90 dias. A estratégia já foi aprovada pelo conselho de administração. “Essa companhia é incrível, mas estão faltando ajustes”, disse o empresário, citando também a “conjuntura extremamente adversa em 2016”. A mudança na gestão terá o reforço de Walter Fontana Filho, Eduardo DÁvila e Zeca Magalhães. “Esse time vai se reunir uma vez por semana”, especificou Abilio. Uma das tarefas dessa equipe será melhorar o fluxo de informações dentro da empresa, com a entrega de dados em tempo real para gestores de diferentes áreas. “Precisamos ter agilidade e rapidez, informações precisas no tempo em que elas estão acontecendo”, disse. Também devem ocorrer mudanças na área de marketing.

Rentabilidade

Do ponto de vista de negócio, o presidente da BRF, Pedro Faria, afirmou na teleconferência que um dos focos é a retomada do crescimento do Brasil e da rentabilidade. Diante da queda no consumo, a companhia trabalhou com estoques elevados em 2016 e foi obrigada a trabalhar com descontos em seus produtos.

A BRF teve uma queda 0,6 pontos porcentuais em sua participação de mercado no quatro trimestre, segundo dados da Nielsen. “A competição vinda de marcas regionais, cujo posicionamento fica entre 60% e 80% do índice de preço (da BRF), impactou principalmente as categorias de embutidos e pratos prontos”, afirmou a companhia, em comunicado.

Em 2016, a empresa foi afetada negativamente pelo preço recorde do milho, um insumo essencial em sua cadeia produtiva. “Estivemos menos preparados para agir sobre o impacto que os grãos causaram na nossa cadeia”, disse Faria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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A internet de ontem, de hoje e de amanhã

Dos primórdios da ARPANET, na década de 1960, à internet industrial e os cérebros conectados do futuro

Comemorado em 17 de maio, o Dia Mundial da Sociedade da Informação, mais conhecido como Dia da Internet, foi instituído pela ONU em 2005 como forma de promover a reflexão em torno da influência que as novas tecnologias da informação têm na sociedade. Neste ano, por exemplo, o foco da celebração está no potencial que essa área apresenta quando associada ao empreendedorismo que busca impacto social. A ideia é debater o papel-chave que as start-ups e os hubs de tecnologia podem ter no desenvolvimento de soluções práticas que ajudem a atingir as metas globais de desenvolvimento sustentável.

Para vislumbrar todas as possibilidades que a internet nos reserva ao longo dos próximos anos, nada como conhecer sua história, marcada pela cooperação entre comunidades ao redor do mundo. Veja a seguir como ela mudou a forma como nos relacionamos e o que esperar da próxima era, a da internet das coisas.

A internet de ontem

Tudo começou em laboratórios durante a Guerra Fria (Foto: Raphaël Miranda)Tudo começou em laboratórios durante a Guerra Fria (Foto: Raphaël Miranda)

1962: De acordo com a Internet Society (criada em 1992 por dois “pais” da internet, Vint Cerf e Bob Kahn), a primeira pessoa a descrever um novo tipo de interação social, que seria viabilizado por meio de uma rede de computadores, foi J.C.R. Licklider, em agosto de 1962. Ao desenvolver o conceito de uma “Galactic Network”, ele previu um grupo de computadores globalmente interconectados. Pesquisador do MIT (Massachusetts Institute of Technology), Licklider liderava o programa de pesquisa em computação na DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), órgão criado em 1958 pelo governo norte-americano cuja meta era assegurar sua superioridade tecnológica em relação à União Soviética. Isso incluía garantir a segurança da comunicação em caso de ataque nuclear, e os estudos nessa área levaram à criação da ARPANET, rede precursora da internet.

1965: Para viabilizá-la, porém, alguns passos foram fundamentais. Um deles, conseguir que os computadores “falassem” entre si. Em 1965, Lawrence G. Roberts e Thomas Merrill criaram a primeira WAN (Wide Area Network) ao conectar o computador TX-2, em Massachusetts, ao Q-32, na Califórnia, por meio de uma linha telefônica de baixa velocidade. A experiência, embora bem-sucedida, mostrou que os circuitos do sistema telefônico eram inadequados para esse tipo de tarefa. Em 1966, Roberts foi para o DARPA, onde montou o plano da ARPANET, publicado no ano seguinte. Ao apresentar seu trabalho numa conferência, entrou em contato com o conceito de comutação de pacotes que vinha sendo desenvolvido no Reino Unido, por Donald Davies e Roger Scantlebury. Em linhas gerais, a comutação de pacotes prevê a divisão da informação em pequenas unidades (os “pacotes”), que são enviados por caminhos (nós) distintos e reagrupados no destino final. Essa noção se tornou uma das bases da internet.

1969: Graças ao trabalho que desenvolveu em torno da teoria de comutação de pacotes, a UCLA (Universidade da Califórnia) foi selecionada para ser o primeiro “nó” da ARPANET. E, em setembro de 1969, a instituição acolheu o primeiro “host” (computador com a função de armazenar dados, mais tarde chamados de roteadores), no laboratório de Leonard Kleinrock. O segundo “host” foi conectado no Stanford Research Institute (SRI), também na Califórnia, no laboratório de Douglas Engelbart (um dos criadores do mouse). No dia 29 de outubro de 1969, uma mensagem partiu do computador da UCLA para o do SRI. Dois outros nós foram adicionados na Universidade da Califórnia em Santa Barbara e na Universidade de Utah. No fim do ano, quatro hosts estavam conectados à ARPANET.

1972: A ARPANET foi exibida pela primeira vez ao grande público em outubro de 1972, numa demonstração liderada por Bob Kahn. No mesmo ano, foi desenvolvida a aplicação “e-mail”, que foi a principal aplicação da rede por mais de uma década, prenunciando o que queria uma das principais atividades na internet: o fluxo de informações entre pessoas.

1976: A Rainha Elizabeth II envia seu primeiro e-mail.

1978: Os cerca de 400 usuários da ARPANET recebem o que ficou conhecido como o primeiro SPAM, convidando-os para uma demonstração de um produto.

1979: O usuário Kevin Mackenzie utiliza o primeiro emoticon online  -). No fim dos anos 1970 e início dos 1980, as redes de computador começaram a se popularizar. A NASA adotou o SPAN, enquanto a CSNET atendia a comunidade da ciência da computação. A disseminação do Sistema operacional UNIX, via AT&T, ajudou a popularizar a USENET.

1982: Scott Fahlman, cientista da computação, adiciona uma coluna ao emoticon 🙂

1983: Um dos desafios para a globalização da nova tecnologia era a concordância quanto à adoção de um padrão internacional, afirma o sociólogo Manuel Castells no livro “A Galáxia Internet”. O dia 1º de janeiro de 1983 foi um marco nesse sentido, quando todos os computadores conectados a ARPANET passaram a utilizar o TCP/IP (protocolos de comunicação para computadores em rede). A conversão simultânea dos “hosts” foi planejada por anos e, para alívio geral, deu certo. O Domain Name System (DNS) estabelece um novo sistema de nomenclaturas para os websites, bem mais fácil que os numéricos usados anteriormente: edu, .gov, .com, .mil, .org, .net.

1987: Foi nesse ano que a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e o LNCC (Laboratório Nacional de Computação Científica) se conectaram a instituições nos EUA. O acesso a redes internacionais incentivou outras entidades brasileiras a buscar o mesmo e em 1988 foi a vez de a UFRJ se conectar à UCLA. Mas o acesso à internet fora da comunidade acadêmica só foi possível em 1994, com o Alternex. Desenvolvido pelo Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), começou a ser pensado em 1984, quando o instituto passou a integrar uma rede internacional de comunicação via e-mail (algo inédito no país). O órgão lançou o Alternex em 1989, com o apoio do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), e aproveitou a Eco-92 (Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento) para importar equipamentos de internet e instalar uma rede de computadores no evento. Em 1994, o Alternex operava o primeiro servidor WWW do país fora da comunidade acadêmica.

1991: A internet, como se vê, é fruto de uma construção coletiva. Ainda assim, coube ao britânico Tim Berners-Lee o apelido de “pai da internet”. Por quê? Funcionário do CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear), ele percebeu que era complicado compartilhar dados utilizando plataformas diferentes e decidiu criar um grande banco com hiperlinks. A esse sistema, capaz de unir internet e hipertexto, deu o nome de World Wide Web. Para viabilizar esse sistema, Berners-Lee desenvolveu o protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), a linguagem de marcação de hipertextos (HTML) e o primeiro browser (navegador), chamado WorldWideWeb, entre outras ferramentas. Em agosto de 1991, lançou o primeiro website, mudando para sempre a forma como navegamos pela internet.

A internet de hoje

Dos laboratórios direto para nossas casas (Foto: Raphaël Miranda)A tecnologia de defesa acabou dentro das nossas casas (Arte: Raphaël Miranda)

1993: Há quem considere o navegador Mosaic, lançado em 1993, um dos responsáveis pelo boom da Web na década de 90, graças à facilidade de instalação e sua interface multimídia. A Mosaic Communications Corporation acabou dando origem à Netscape Communication Corporation, que lançou um navegador com seu nome. Dois anos depois, o Netscape detinha 80% do mercado. O reinado, porém, não durou muito.

1993: O número de sites chega a 600; a Casa Branca e a ONU lançam suas páginas.

1995: A Guerra dos Browsers, ou Guerra dos Navegadores, durou quatro anos, até 1999. Ao longo desse período, a Netscape perdeu a liderança absoluta para a Microsoft, com seu Internet Explorer. Ao fim da competição, o Internet Explorer contava com 90% do mercado. Até que seu domínio foi quebrado pelo Firefox – descendente do Netscape. Hoje, segundo o StatCounter, a liderança é do Google Chrome, com quase 57% do mercado.

1997: Você provavelmente já estava familiarizado com o som da conexão via telefone, quase música para os ouvidos de quem possuia internet em casa.O “dancing baby” vira o primeiro meme da internet.

1998: O Google se destacou em meio a outros buscadores por sua habilidade espantosa de apresentar resultados relevantes. Logo após sua estreia, já foi eleito o mecanismo de pesquisa favorito da “PC Magazine”. Segundo o Alexa Internet Inc. (serviço que mede quantos usuários visitam determinado site), o Google lidera o ranking mundial, seguido por YouTube e Facebook, nesta ordem. No Brasil, o pódio é um pouquinho diferente: tem Google em primeiro lugar, Facebook em segundo e YouTube em terceiro.

2004: Por falar em Facebook, ele foi lançado em fevereiro de 2004 por Mark Zuckerberg. Em apenas 24h, 1.200 alunos de Harvard já tinham aderido à novidade, que logo foi estendida para outras universidades de Boston e, em pouco tempo, chegou a todas dos EUA. No ano seguinte, a rede passou a aceitar também alunos do ensino médio e tornou-se internacional. A partir de setembro de 2006, ela deixou de ser restrita a estudantes para acolher qualquer um que quisesse se registrar. Ao lado de outras redes sociais, como Twitter e YouTube, o Facebook influenciou profundamente a forma como nos informamos, nos relacionamos e nos posicionamentos politicamente. Esse impacto foi muito apontado, por exemplo, na Primavera Árabe – onda de revoltas que atingiu o Norte da África e o Oriente Médio em 2005.

2005: O mundo dos vídeos nunca mais foi o mesmo depois da chegada do YouTube, prenúncio da geração vlogger, que realiza sem sair de casa o sonho de virar um apresentador de sucesso.

2007: Lançado nesse ano, o iPhone não foi o primeiro smartphone do mercado. O Nokia 9000 Communicator, por exemplo, é de 1996 – e, sim, tinha acesso à internet. E em 2000, chegava ao mercado o Ericsson R380 – primeiro aparelho a receber o nome de smartphone. Mas a chegada do iPhone  redefiniu o universo dos celulares inteligentes. Um grande passo foi substituir a grande quantidade de botões dos modelos anteriores por uma interface mais amigável e intuitiva. O segundo passo veio no ano seguinte, com a segunda versão do iPhone, cujo lançamento foi acompanhado da chegada da Apple Store,  uma loja de aplicativos. O conceito fez tanto sucesso que, no primeiro final de semana, foi vendido um milhão de aparelhos.

2010: Uma virada importante aconteceu nesse momento: graças ao crescimento explosivo dos smarphones e tablets, o número de dispositivos conectados superou, pela primeira vez, o número de pessoas no planeta. Eram 12,5 bilhões de aparelhos com conexão à internet, enquanto a população somava 6,8 bilhões de pessoas. E esse é o critério adotado pela Cisco Internet Business Solutions Group para identificar o momento em que entramos na era da “internet das coisas”. Mas a tecnologia, propriamente dita, já vinha sendo desenvolvida há muito tempo. Fundado em 1999, o AutoID-Center, do MIT, ajudou a popularizar a ideia com suas pesquisas sobre identificação por radiofrequência e sensores. O Facebook alcança 400 milhões de usuários e o Instagram é lançado. Strike a pose!

2011: Lançamento do Snapchat (que só cai no gosto popular em 2015), mexendo com a ideia da memória. Como será o resgate afetivo das nossas informações, se elas passam a não ter nenhum tipo de arquivo, nem físico e nem digital?

2013: Enquanto a internet das coisas descreve um ambiente onde os objetos (como geladeiras) contam com um endereço IP, o que os capacita a enviar e receber informações, a internet industrial foca no funcionamento interno das máquinas e na análise em tempo real dos dados obtidos parar, com isso, ter um salto de produtividade. A expressão foi cunhada em 2013 pela GE, que lidera esse processo. No ano passado, a empresa lançou a Predix Cloud, primeira plataforma em nuvem dedicada especialmente a softwares para a gestão de processos industriais.

2014: O mundo está entrando em uma nova era de inovação da internet industrial. A sua essência é conectar máquinas inteligentes com pessoas para usar dados analíticos avançados para superar os desafios mais complexos da indústria. A internet industrial causará uma revolução de produtividade a partir do momento que a convergência de informação permitirá evitar problemas, eliminar perdas e melhorar a performance. Sua aplicação passa pela área de iluminação, aviação, saúde, esportes, oléo e gás, entre outras. A interação entre pessoas e máquinas também levará à necessidade de novos modelos de trabalho e de gestão.

2016: Chegamos a 3,42 bilhões de usuários de internet, sendo 2,31 bilhões deles participantes de alguma rede social. Atento ao crescente interesse das companhias brasileiras sobre a IoT, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) decidiu abrir, no início deste ano, uma chamada pública para a realização de um amplo estudo sobre o tema. A meta é descobrir que possibilidades essa nova tecnologia traz e, dentre elas, quais devem ser priorizadas no Brasil. Com base nisso, deve ser traçado um plano de ação para os próximos cinco anos, com as metas e ações que precisam ser empreendidas.

A internet de amanhã

Infográfico dia mundial da internet amanhã (Foto: Raphaël Miranda)Back up de informações cerebrais na nuvem (Arte: Raphaël Miranda)

2019: Os smartphones devem virar o dispositivo dominante no acesso a rede, seja para consumo de mídia, comunicação ou compras online.

2020: Você está a um quarteirão de casa e, pelo celular, aciona a porta da garagem. Sistemas assim já existem em versões experimentais, e são a tradução do uso cotidiano da internet das coisas. Segundo a empresa de tecnologia Cisco, 50 bilhões de dispositivos estarão conectados com a internet até essa data. Para dar conta do fluxo de todos esses dados que serão enviados por carros, drones, relógios, turbinas, motores, lâmpadas, câmeras, robôs etc., precisaremos ter uma conexão de internet não só mais rápida, como também mais segura. Daí a corrida mundial que se instalou, envolvendo empresas, centros de pesquisa e governos, para ver quem desenvolve antes a 5G – quinta geração de conexão móvel. Até essa data, só na Europa, devem ser investidos 700 milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento da 5G.

2025: Um relatório da McKinsey Global Institute buscou avaliar a importância econômica que a internet das coisas pode ter no futuro. E a conclusão do trabalho, divulgado no ano passado, foi a de que, mesmo com todo o “hype” que ronda o tema, podemos estar subestimando seu potencial. A consultoria estudou casos concretos, abordando desde o uso de dispositivos para monitorar a saúde das pessoas até o de sensores que otimizam a manutenção de equipamentos numa fábrica, e descobriu que o impacto da IoT pode ir de US$ 3,9 trilhões a até US$ 11 trilhões por ano em 2025. Estima-se que a área mais beneficiada seja a indústria, seguida pela administração das cidades. Numa “smart city”, a nova tecnologia pode facilitar o fluxo de veículos, por exemplo, fornecer dados valiosos sobre segurança pública, proporcionar o uso mais racional de energia e viabilizar iniciativas que melhorem a saúde dos cidadãos.

2100: Sinapses digitais fazem a conexão entre os cérebros e as máquinas. Poderemos acionar objetos ou nos comunicar apenas pelo nosso pensamento, ou realizar o back up de memórias e outras informações cerebrais na nuvem. Tudo isso direto de sua casa de campo na colônia estabelecida em Marte, logo ao lado da casa dos Jetsons.

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Por que alguns vendedores são mais bem-sucedidos do que outros?

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Há alguns dias atrás, minha colega de trabalho havia comentado que um amigo – o qual exercia a atividade de vendedor de calçados porta-a porta – estava se lamentando porque o último trimestre de 2016 estava muito fraco, pois suas vendas caíram para menos de 1/4 do que habitualmente vendia. Automaticamente respondi à essa colega que, muito provavelmente, algumas variáveis, talvez, impactassem para que o seu amigo não tivesse bom desempenho naquele trimestre. Relacionei que àqueles produtos poderiam ser sazonais; que a recessão atual pôde ter reprimido a demanda; que as lojas virtuais poderiam exercer forte concorrência devido, principalmente, aos descontos e aos prazos de pagamento ofertados, etc e etc.

Depois de expor minha percepção, lembrei-me de um livro que li há um tempo atrás que falava sobre os critérios fundamentais do processo de venda e das características básicas de um vendedor com bom desempenho e integridade. Esse livro, intitulado “Vendas com integridade para o século XXI, de Ron Willingham, me fez lembrar de um velho amigo que é um verdadeiro mestre na arte de vender e de se comunicar. E sem demora, com o livro em mãos, procurei encontrar algumas pistas que revelassem o porquê de alguns vendedores serem muito melhores em desempenho do que outros?

Durante essa releitura, encontrei muitas características que convergiam com a personalidade de meu amigo. Entre tais características, destacavam-se: os vendedores mais bem-sucedidos realizam mais contatos, administram melhor o tempo, têm personalidade vencedora ou têm melhores produtos e serviços para oferecer, são entusiasmados, são mais criativos no trabalho, etc. Todos esses apontamentos referenciados por Willingham (2004), iam ao encontro dos atributos que meu amigo apresentava. Muito do que aprendi sobre marketing, estratégia e vendas, devo a ele.

Entretanto, isso não era tudo, pois outras características se somavam. E os atributos essenciais que o autor apontou, em número de quatro, demonstraram o que os vendedores de alto desempenho têm que os demais não têm. De acordo com Willingham (2004): “Mais do que qualquer outra coisa, essas características essenciais impulsionam suas convicções e seus comportamentos bem sucedidos”. São elas: (1) clareza de objetivos; (2) grande impulso de realização; (3) inteligência emocional saudável; e, (4) excelente trânsito social. Mas, o que são exatamente essas características?

Para determinar os conceitos de cada um desses termos, vou tentar propor um entendimento simples e direto, embora utilize o mesmo esquema proposto pelo autor original. Vamos lá. (1) Clareza de objetivos: isso significa que os vendedores diferenciados acreditam firmemente que seus objetivos podem ser alcançados. Eles realizam um planejamento pessoal que prioriza a clareza e a especificidade de seus intentos e que deve ser escrito para que seja passível de medição. (2) grande impulso de realização: é uma enorme força interna que toda pessoa tem, porém ela é subutilizada pela maioria devido à falta de clareza de objetivos. Isso diz respeito a acreditar, ter convicção , desejar fortemente, persistir e jamais desistir. Pessoas bem-sucedidas aprendem constantemente e desenvolvem as habilidades necessárias para objetivarem e cumprirem objetivos cada vez mais desafiadores.

 

Calçados

A próxima característica , talvez seja a mais complexa quando falamos das capacidades e potenciais humanos: (3) inteligência emocional. Ela é a capacidade de compreendermos nossas emoções, seus impactos  e de nos colocar no lugar de outros. Pessoas com inteligência emocional apurada são mais bem preparadas para reveses ou para situações que exigem mudanças. Ela cria a autodisciplina e isso significa, antes de mais nada, que embora coisas possam ser feitas contra a sua própria vontade, você vai lá e faz porque sabe que é preciso fazer. E, a última característica: (4) Trânsito social. Como diz Willingham (2004): “pouco tem haver com conversar ou ser bom de bico. Está mais relacionado com a comunicação com as pessoas: fazer perguntas, ouvir, compreender, ter empatia e relacionar-se.

Todos esses apontamentos me fizeram refletir sobre o porquê de alguns vendedores se sobressaírem sobre outros e reforçaram o meu entendimento sobre o processo de venda. A venda não é o produto ou o serviço em si: vai além, é muito mais profunda e complexa. Todos sabemos que o e-commerce impactou profundamente as “estruturas” do processo de vendas, que ele causou muito mais “competitividade” com relação aos vendedores e às vendas tradicionais. Entretanto, isso é algo natural que ocorre com o progresso e com as inovações e não deve ser visto, exclusivamente, como algo ruim ou algo substituto de alguma coisa. Devem ser vistos como coisas complementares.

Por outro lado, sabemos que a maioria dos vendedores tradicionais deixa à desejar quando tentam nos vender algo. Em geral, eles não entendem àquilo que desejamos: ou nos empurram o produto mais caro da loja ou o mais barato, sem ao menos se esforçarem para saber sobre nossas expectativas e necessidades reais com relação ao produto/serviço. Parece que eles não acreditam naquilo que vendem ao mesmo tempo que parece haver uma “força” externa que os faz agirem daquela forma. Do ponto de vista da Organização ou, mesmo, do vendedor físico, fica cada vez mais evidente que o processo de venda não se encerra na venda e que o cumprimento de metas puramente individuais em detrimento das necessidades e das expectativas reais dos clientes é certeza de desempenho pobre.

Portanto, o vendedor de sucesso sabe se adaptar ao comportamento e sabe identificar as expectativas e as necessidades reais de seus clientes, além de ter excelente capacidade de comunicação. Ele vê o mundo através de outros olhos e toma constantemente decisões que a maioria de seus pares não toma. Ele se relaciona com as pessoas muito além de um limitado processo de troca e desenvolve e estabelece um processo de confiança, credibilidade e respeito mútuos que perdura para além da simples venda de um produto/serviço. # Diego Felipe Borges de Amorim  http://negociosecarreiras.com.br/por-que-alguns-vendedores-sao-mais-bem-sucedidos-do-que-outros/ 

Follow-up: o que é, como funciona?

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O objetivo de uma empresa não se trata somente em concluir a venda, a empresa preocupa-se, também, em entender e solucionar o problema de seu cliente. Dessa forma, aplicam-se as técnicas de Follow Up, que consistem em fazer acompanhamento de algo que foi iniciado, ou seja, após a etapa de prospecção, a empresa passa a acompanhar este cliente até que a venda seja concluída.

Apesar de ser conceitualmente simples, o Follow Up exige cautela em sua execução, pois a empresa não quer que o cliente ache que está sendo perseguido e, muito menos investigado. É importante estar presente na rotina do cliente, porém sempre respeitando sua privacidade.

Antes de concluir uma venda, a empresa deve iniciar o acompanhamento através de e-mail, telefone, SMS ou até visitas ao cliente. Mas, como pode ser feita a primeira comunicação?

1. Mantenha-o informado.

Informe a seu cliente quando você ligará para ele, informe o motivo da ligação e, possivelmente, o horário em que será feita. Mostre a ele que você está interessado em solucionar seu problema e que tem controle sobre a situação, que tem o produto certo para ele.

Coloque-se à disposição do consumidor, deixe claro que ele pode entrar em contato com a empresa sempre que for necessário.

Caso o cliente não demonstre interesse em conversar ou ouvir o que você tem a dizer, persevere – você não perderá uma venda por ser perseverante. Insista (educadamente) com frases como “Preciso de 5 minutos do seu dia para conversarmos sobre meus serviços, quando o senhor (a) estará disponível?”.

2. Pesquise.

Colete o maior número de informações sobre seu cliente. Questione-o, faça anotações, saiba o que ele necessita. Inclusive, preste atenção em observações feitas por ele como “Estou sem dinheiro no momento, me procure em duas semanas.”.

Se você souber algumas informações valiosas, certamente saberá quando será a hora certa para entrar em contato novamente.

Como seu objetivo é parecer o menos invasivo possível, faça perguntas abertas e procure entrar em contato apenas em horário comercial.

4. Tenha motivos para entrar em contato.

Não adianta ligar para o cliente sem ter um assunto a tratar, você pode ligar para oferecer uma nova promoção ou desconto especial, dizer que chegaram novos produtos em sua loja, oferecer um novo serviço da empresa, dar boas notícias quanto ao serviço adquirido por ele ou oferecer uma demonstração de um novo produto, por exemplo.

5. Respostas rápidas.

Demorar a responder um cliente é acabar com, praticamente, todas as chances de concluir uma venda. As pessoas não gostam de esperar, isso é fato, portanto não demore mais do que um dia para retornar uma ligação ou responder um e-mail.

6. Elimine dúvidas e objeções.

Esclareça todas as dúvidas de seu cliente, não o deixe concretizar a compra caso esteja duvidoso ou indeciso.

7. Mantenha contato periódico.

E-mail e aplicativos de comunicação móvel são ótimas ferramentas para contatar um cliente e, alguns até preferem que o contato seja através de e-mail do que pelo telefone.

Após a contratação, use estes instrumentos para mantê-lo informado em relação ao serviço prestado, alterações, novidades e quaisquer observações que possa ser de seu interesse.

Quando é o momento de parar o Follow Up?

Um dos principais desafios é reconhecer quando a empresa pode interromper o follow up, saber quando o cliente não precisa mais do acompanhamento da empresa.

Para determinados serviços, é preciso que a empresa mantenha contato diário com o cliente, para deixá-lo a par de toda e qualquer alteração ou evolução do serviço adquirido.

Caso o cliente tenha solicitado que a empresa não entre mais em contato, ou tenha dito que já comprou em outro lugar, ou que não tem mais interesse em comprar, aí é o momento de cessar o Follow Up, caso contrário, continue.

Consegui concluir a venda, e agora?

Não é porque a venda foi concretizada que você deve abandonar o cliente. Já que o seu objetivo é solucionar o problema dele, deve haver um acompanhamento após a conclusão da venda.

O Follow Up pré-venda foi realizado. Agora, inicia-se o Follow Up pós-venda:

  • 1. Entre em contato para agradecer por ter escolhido o seu serviço.
  • 2. Ligue para ele ou mande um e-mail para saber se tudo correu bem durante sua compra, pergunte se a entrega do produto foi feita corretamente e no local correto.
  • 3. Em caso de prestação de serviço, forneça relatórios periódicos relatando cada etapa que foi concluída, o que já foi entregue e o que está pendente.
  • 4. Lembre-se sempre de colocar-se a disposição do cliente para eventuais dúvidas. Forneça a ele informações sobre novos serviços de sua empresa, ou novidades que possam interessá-lo.

Apesar de o Follow Up ser uma técnica que apresenta resultados, algumas organizações podem considerá-lo como um desafio. Por exemplo, empresas de grande porte, com grande número de clientes: a dificuldade para conseguir acompanhar todos os seus clientes é bastante elevada e pode acabar atrapalhando os serviços.

Outra dificuldade é quando a empresa se depara com clientes que não gostam ou irritam-se com o frequente contato feito pelos vendedores. Neste caso, é preciso estabelecer uma nova forma de acompanhar este cliente sem fazer com que ele fuja do vendedor. Autor(a): Redação N&C

Bermudas

Como abrir um negócio de sucesso nos Estados Unidos

Camila, Amcham, Feira do Empreendedor (Foto: Débora Duarte)

A Amcham dá quatro dicas para criar uma boa relação com o mercado norte-americano

Camila Moura, da Amcham, deu uma palestra na Feira do Empreendedor de São Paulo (Foto: Débora Duarte)

OBrasil tem mais de 25 mil empresas exportadoras – sendo que aproximadamente 7 mil exportam para os Estados Unidos. Em 2015, o número de microempresas nessa situação aumentou 26,7%. Esses números são da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados a Amcham.

Segundo a associação, os Estados Unidos são o primeiro destino de exportação para as micro, pequenas e médias empresas e, a cada ano, cresce o número de companhias brasileiras em solo norte-americano. Foi sobre esse tema a palestra de Camila Moura, da Amcham, na Feira do Empreendedor de São Paulo.

Segundo ela, exportar produtos ou montar sua empresa nos Estados Unidos pode aumentar a competitividade a sua marca, melhorar a imagem da empresa e diversificar o seu mercado de atuação. O mercado norte-americano é tão atrativo para as empresas por terem a maior
economia e, o mais importante, o maior mercado consumidor do mundo.

Se a sua empresa quer exportar produtos para os Estados Unidos ou se você gostaria de ter uma filial no país, as dicas da Amcham irão ajudá-lo nesse processo.

1. Tenha um bom conhecimento prévio

Para investir no mercado norte-americano, você deve conhecer o setor que vai ser explorado. “Não dá para conhecer só o seu público. Você precisa entender toda a cadeia de produção do país”, explica Camila. Também é essencial ter um inglês fluente, um bom marketing institucional em inglês, um conhecimento das burocracias de entrada no país e, principalmente, conhecer o setor. “Se seu serviço é bom no Brasil, não significa que será bom lá”, diz.

2. Procure o seu nicho

Segundo Camila, o empreendedor não pode ter a ilusão de comercializar com o país inteiro. “Procure um nicho específico. Pode ser uma cidade ou um Estado, mas tenha por onde começar”, diz. A Flórida é um dos destinos mais procurados por empresas brasileiras pela facilidade com a língua e a quantidade de brasileiros. No entanto, Camila frisa que cada caso é um caso e que, para muitas empresas, outros Estados podem ser um lugar de investimento muito mais interessante. Para isso, conheça bem a geografia do país, as leis de cada Estado e invista diretamente no local que será mais proveitoso para o seu negócio.

3. Esteja preparado para competição

O PIB dos Estados Unidos representa quase um quarto do PIB mundial e isso significa que não é só o Brasil que quer comercializar com eles. Todos os outros países estão de olho na economia norte-americana e criando projetos de negócios para entrar nesse mercado. Ou seja, esteja preparado para competição e, principalmente, invista em negócios diferentes que tenham mais chance de fazer sucesso. “Crie um modelo inovador que vá atender essa população. Tenha um diferencial”, sugere Camila.

4. Conheça a cultura do país

Não basta ter um ótimo produto ou serviço se você não consegue se relacionar com os norte-americanos. A cultura deles é muito diferente da dos brasileiros e isso não pode ser um empecilho na hora de você realizar seus negócios. “Os norte-americanos são muito diretos e as vezes os brasileiros acham que isso significa grosseria. Se você entender como abordar os temas com eles, o negócio fica muito mais fácil”, conclui Camila. Pesquisa: Pequenas Empresas Grandes Negócios

 

Os planos do Facebook para mudar o mundo

SAN FRANCISCO, CA - SEPTEMBER 22:  Facebook CEO Mark Zuckerberg delivers a keynote address during the Facebook f8 conference on September 22, 2011 in San Francisco, California. Facebook CEO Mark Zuckerberg kicked off the conference introducing a Timeline feature to the popular social network.  (Photo by Justin Sullivan/Getty Images)

A companhia tem planos para melhorar, através da sua plataforma, as interações mais significativas das pessoas em sociedade

São Paulo – O Facebook quer ser muito mais do que uma rede social. O seu desejo é se tornar uma ferramenta para melhorar o mundo.

O presidente e fundador da rede social, Mark Zuckerberg, postou um tratado sobre o futuro da empresa e os principais planos da companhia para ajudar a construir comunidades mais fortes.

O texto, chamado “Construindo uma Comunidade Global”, começa com a pergunta “estamos construindo o mundo que todos nós queremos?”

A companhia tem planos para melhorar, através da sua plataforma, as interações mais significativas das pessoas em sociedade e suas relações com a família, amigos e governantes.

No texto, há ações para aperfeiçoar as formas como as pessoas resolvem problemas pessoais, buscam apoio de comunidades, conversam com seus governantes e leem notícias, tudo dentro de sua rede social.

Em cinco pontos, Zuckerberg detalha os planos para construir comunidades de suporte, seguras, mais informadas, inclusivas e que engajem os cidadãos politicamente.

Fortalecer as comunidades

Com o aumento da globalização, ficou mais fácil se conectar globalmente. No entanto, os grupos locais, como igrejas, clubes, sindicatos e organizações, perderam força nas últimas décadas, afirma o Facebook.

A rede social almeja fortalecer comunidades locais. Segundo ela, 100 milhões de pessoas participam de grupos “muito significativos”, que se tornam parte importante da vida das pessoas. Um exemplo são grupos de paternidade ou de portadores de certas doenças, que unem pessoas com problemas e experiências em comum.

Para fortalecer esses grupos, a rede quer melhorar as ferramentas atualmente disponíveis para os administradores. Outra ideia é criar comunidades dentro de grandes grupos. Um grupo de uma escola, por exemplo, pode ter divisões entre as classes.

Maior segurança

“Problemas como terrorismo, desastres naturais, crises de refugiados e mudanças climáticas precisam de respostas coordenadas de um ponto de vista mundial. Nenhuma nação consegue solucioná-los sozinha”, diz Zuckerberg.

Segundo ele, “a comunidade do Facebook está em uma posição única para ajudar a prevenir danos, dar assistência durante uma crise ou unir pessoas para reerguer depois disso”.

O presidente da empresa citou que a rede social incentivou a arrecadar US$ 15 milhões para a reconstrução do Nepal depois de um terremoto e que os Safety Checks, avisos de que amigos e familiares estão seguros depois de ataques ou catástrofes naturais, já foram usados em mais de 500 ocasiões nos últimos dois anos.

No entanto, ainda há muito o que fazer. Zuckerberg planeja desenvolver uma inteligência artificial que entenda o que acontece na rede e previna danos. Diversas pessoas dão sinais de depressão ou pensamentos suicidas em seus posts – e poucos chegaram a transmitir mortes pela rede, por exemplo. O objetivo também será identificar quando um post se trata de uma notícia sobre terrorismo ou uma propaganda terrorista tentando recrutar adeptos.

Informações relevantes

O Facebook recebeu diversas críticas sobre o surgimento de bolhas ideológicas por conta de seus filtros e algoritmos, criados para mostrar apenas notícias ou postagens que fossem interessantes para os leitores.

Além disso, também foi atacado pelo aumento na divulgação de notícias falsas ou sensacionalistas. Ambos problemas ampliam a polarização política de opiniões e a falta de compreensão do outro lado.

Zuckerberg se defende, afirmando que “as redes sociais fornecem mais pontos de vista do que a mídia tradicional jamais fez”.

No entanto, concorda que é necessário fornecer um panorama mais amplo dos fatos, algo desafiador para uma rede social, que tende a simplificar esses debates. Ainda mais porque um programa de computador dificilmente conseguiria distinguir entre uma notícia falsa ou sensacionalista, sátiras ou opiniões.

Por isso, a rede irá identificar e divulgar mais os veículos de mídia ou agentes com informações de qualidade, verdadeiras e que ofereçam uma visão completa dos fatos.

Engajamento político

Na jornada para construir um mundo melhor, o Facebook também quer mudar as relações que os cidadãos têm com seus representantes políticos.

O primeiro passo foi dado nas eleições do ano passado, nos Estados Unidos. Mais de 2 milhões de norte-americanos se registraram para votar através da rede social.

Além disso, a rede pretende se tornar um canal de comunicação entre líderes e cidadãos. Na Índia, o primeiro ministro pediu a seus ministros que divulgassem suas decisões no Facebook, para receber respostas dos eleitores em tempo real.

No Quênia, comunidades têm grupos do Whatsapp com seus governantes para tomar decisões em conjunto e na Islândia é comum marcar políticos em discussões relevantes, para que eles possam levar essas questões ao parlamento, diz o texto.

Inclusão

Outra crítica constante ao Facebook são suas políticas de exclusão de conteúdo. Fotos de amamentação, assim como vídeos denunciando violência policial e imagens históricas, como a garota queimada com napalm na guerra do Vietnã, foram bloqueadas por serem consideradas impróprias.

Zuckwerberg afirma que as políticas para bloquear uma postagem ou não devem ser atualizadas e firmadas de acordo com uma região ou país, para que se adeque à cultura do local.

Mais do que isso: esses padrões serão escolhidos pelos próprios usuários da rede social, que irão decidir os níveis de violência, nudez ou ofensa religiosa que serão permitidos naquela região. Assim, a política interna da rede refletirá os padrões morais e a cultura do local.

“Estou honrado de estar nessa jornada com vocês. Obrigado por fazer parte dessa comunidade e obrigado por tudo o que fazem para tornar esse mundo mais aberto e conectado”, disse Zuckerberg. Pesquisa: http://exame.abril.com.br

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Após estudar 500 milionários, jornalista americano dá receita do sucesso em 13 passos

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Hoje, 78 anos após a publicação do livro de Napoleon Hill, o conteúdo continua atual. A obra aborda como quebrar barreiras psicológicas que impedem muitas pessoas de alcançar seus sonhos

ANDREW CARNEGIE, EMPRESÁRIO, FILANTROPO E FUNDADOR DA UNIVERSIDADE CARNEGIE MELLON (FOTO: GETTY IMAGES)

Oempresário Andrew Carnegie liderou a expansão da indústria de aço no século XIX. Quando chegou aos Estados Unidos vindo da Escócia, ele tinha pouco mais de um centavo no bolso. Mas acabou se tornando, na época, o homem mais rico do mundo. Durante o auge de sua carreira, ele confiou ao jornalista Napoleon Hill a missão de documentar — e compartilhar — as estratégias que o transformaram em um dos empresários mais bem-sucedidos de todos os tempos.

“Foi ideia do próprio Sr. Carnegie que a fórmula mágica, que lhe deu tamanha fortuna, fosse colocada ao alcance de pessoas que não têm tempo para investigar como ganhar dinheiro”, escreveu Hill no prefácio do livro “Quem Pensa Enriquece” (Ed. Fundamento), resultado de sua parceria com Carnegie. Hoje, 78 anos após a publicação da obra, o conteúdo continua atual.

Além de analisar Carnegie, o jornalista estudou mais de 500 milionários durante 20 anos. Suas entrevistas e pesquisas foram parar no livro. Nele, Hill dá “o segredo para fazer dinheiro” em 13 passos. A abordagem é quebrar barreiras psicológicas que impedem muitas pessoas de alcançar o sucesso. O site Business Insider reuniu as dicas:

  1. Desejo: você precisa querer. Todos os milionários começaram com o sonho, a esperança, o desejo. Imaginavam suas riquezas antes de vê-las em suas contas bancárias. “Desejar não vai trazer riquezas. Mas desejar com um estado de espírito que se torna uma obsessão, depois planejar maneiras e meios para adquirir riquezas, e colocar esses planos em prática com uma persistência que não reconheça o fracasso, trará riquezas.”
  2. Fé: acredite que você pode alcançar seu objetivo. Ficar rico começa com a mentalidade — acreditar que você acumulará riqueza. “A quantidade de dinheiro é limitada apenas pela pessoa em cuja mente está o pensamento. A fé remove as limitações!”, defende Hill em seu livro.
  3. Afirmação: use frases para alcançar seu objetivo. Tornar o desejo por dinheiro ou sucesso em realidade requer que você repita para seu subconsciente o seu objetivo, diz Hill. Inclusive em voz alta. Basta dizer o que você quer e como pretende alcançar. Faz parte de transformar um sonho em uma “obsessão constante”.
  4. Conhecimento especializado: ganhar experiência e continuar aprendendo. A educação só se torna poderosa quando organizada e aplicada à vida. E deve ser continuamente reabastecida. Você nunca para de aprender. “Homens que não são bem-sucedidos cometem o erro de acreditar que o período de aquisição de conhecimento acaba quando termina a escola.”
  5. Imaginação: tenha ideias e visualize seu sucesso. Se você pode imaginar, pode criar. “Ideias são os pontos de partida de todas as fortunas. As ideias são produtos da imaginação”, escreve. “Quem quer que você seja, onde quer que viva, seja qual for a ocupação com que você esteja envolvido, lembre-se a cada vez que você ler as palavras ‘Coca-Cola’ que aquele vasto império de riqueza e influência cresceu a partir de uma única ideia.”
  6. Planejamento organizado: aja. Você precisa correr atrás do que quer. E deve agir com persistência e entusiasmo. “Nós somos bons ‘começadores’, mas péssimos ‘terminadores’. As pessoas estão propensas a desistir ao primeiro sinal de derrota. Então, não há nenhum substituto para a persistência.”
  7. Decisões: derrote a procrastinação com determinação. Essa é a característica chave que Hill identificou em todos os ricos estudados — determinação. Aqueles que tomam decisões rapidamente, sabem o que querem (e tendem a conseguir o que querem). “Determinação não é apenas uma característica dos ricos, mas uma das qualidades mais importantes que um líder deve possuir. No fim das contas, tomar uma decisão errada é melhor do que não tomar decisão alguma.”
  8. Persistência: não pare até você conseguir o que deseja. Persistência é fundamental quando se tenta acumular riqueza, mas poucas pessoas têm a força de vontade necessária para transformar o desejo em algo real. “Riqueza não responde a desejos. Responde apenas a planos definidos, apoiados por desejos definidos, por meio de persistência constante.”
  9. Mestres da mente: esteja rodeado pelos melhores. Pessoas bem-sucedidas se cercam de amigos talentosos e colegas que partilham sua visão. O alinhamento de várias mentes criativas é mais poderoso do que apenas uma. “Um grupo de cérebros coordenados (ou conectados) em um espírito de harmonia irá fornecer mais energia do pensamento que um único cérebro, assim como um grupo de baterias vai gerar mais energia do que uma só bateria.”
  10. Relacionamento: escolha um parceiro compatível. A energia sexual é incrivelmente poderosa, segundo Hill. Quando aproveitada e redirecionada, pode melhorar criatividade, paixão, entusiasmo e persistência —  cruciais para acúmulo de riqueza. “O desejo do sexo é o mais poderoso dos desejos humanos.”
  11. Subconsciente: abrace a positividade e descarte emoções negativas. “Emoções positivas e negativas não podem ocupar a mente ao mesmo tempo. Um ou outro deve dominar. É de sua responsabilidade se certificar de que as emoções positivas constituam a influência dominante de sua mente”, diz Hill.
  12. O cérebro: se relacione com outras pessoas inteligentes e aprenda com elas. Nosso cérebro é um “transmissor e receptor de vibrações de pensamento”, absorvendo os pensamentos de outras pessoas que nos rodeiam — o que torna ainda mais importante estar com pessoas inteligentes, criativas e positivas. “Cada cérebro humano é capaz de captar vibrações de pensamento que estão sendo liberadas por outros cérebros”, escreve o jornalista. Tente aprender com todos que o rodeiam.
  13. O sexto sentido: confie no seu instinto. O princípio final deve vir só depois de você já dominar os outros 12 princípios. “Com o auxílio do sexto sentido, você será avisado de perigos iminentes a tempo de evitá-los.” Para Hill, o instinto fica mais forte a partir dos 40 anos. Mas pode ser aplicado a qualquer idade. Pesquisa: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira

     

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