“Liderança tóxica” é o principal motivo de pedidos de demissão

Qual é a maior causa de pedidos de demissão numa empresa? Excesso de trabalho? Salário baixo? Não: estudo da consultoria BambooHR constata que 44% dos pesquisados alegam ter pedido demissão por causa do “chefe tóxico”, que lhes tirou a motivação de trabalho por uma série de razões. A maior causa (mencionada por 20% dos entrevistados) é o chefe roubar o crédito pelo trabalho feito pelo subordinado, sem reconhecer seu valor (e 63% condenam esse tipo de “estelionato profissional”).

Mas a lista de causas de pedidos de demissão vai longe: chefia não manifestar confiança ou dar poder; ignorar seu excesso de trabalho; não estabelecer recompensas financeiras por conquistas; contratar ou promover pessoas erradas; não apoiar o subordinado em disputas com clientes; não dar orientações claras; adotar microgerenciamento que não permite autonomia; ressaltar suas fraquezas e não qualidades; e não deixar claras suas expectativas (ufa!).

O estudo constatou ainda que, além do comportamento tóxico, algumas atitudes da liderança também levam os subordinados a desejar outro emprego, como estilo falho de gerenciamento, atitudes condescendentes, temperamento mesquinho e assédio pessoal.

Os autores sugerem então que, para montar uma boa equipe, as empresas devem escolher lideranças que confiem em seus subordinados, se preocupem com seus problemas pessoais, respeitem o equilíbrio vida/trabalho e reconheçam seus esforços e suas boas ideias. Assim, as virtudes do topo se espalharão ao longo de toda a organização Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/

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7 dicas que o líder do futuro não pode ignorar

Dicas que um líder do futuro não pode ignorar (Foto: ThinkStock)
Dicas que um líder do futuro não pode ignorar (Foto: ThinkStock)
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Prepare-se, pois você pode ser um deles. Os ensinamentos da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) são um bom começo para isso
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Não é só a tecnologia que avança. Mudam também as técnicas de gestão. No entanto, o aspecto da liderança continuará tendo um papel importante, embora diferente. Mas, afinal, o que é preciso fazer para se tornar um líder admirado — e não temido — pelas pessoas e, como resultado disso, colher bons frutos nos negócios? Essa é uma questão que todo empreendedor deve ter em mente, por dois motivos, no mínimo.

Primeiro, o empreendedorismo, principalmente nas organizações de pequeno e médio porte, tem sido citado por estudiosos como uma canal para o desenvolvimento de uma nova figura do líder, dados o tamanho e a flexibilidade desse tipo de negócio, que geralmente tem um foco muito ajustado nas necessidades dos clientes. E, segundo, o caminho da busca por crescimento passa, necessariamente, pela liderança.

Com foco na realidade das micro e pequenas empresas (MPEs), a Fundação Nacional da Qualidade, que há 25 anos atua no movimento pela excelência da gestão, elaborou uma série de premissas que podem nortear os gestores na construção de práticas que incentivam a liderança e a sua inserção no programa de gestão da empresa.

Darlan Ferreira

O ponto de partida é, justamente, a liderança. “É por meio dela, aliada à ética e à governança, que as organizações conseguem trilhar o caminho da excelência da gestão, contribuindo, de forma direta e decisiva, para que as empresas se tornem sustentáveis, atinjam seus resultados e gerem valor à sociedade”, defende o presidente executivo da (FNQ), Jairo Martins.

1 – Aprenda a se comunicar

Uma organização que deseja crescer de forma perene e sistêmica precisa exercitar a liderança diariamente, e a comunicação, neste sentido, tem papel fundamental, uma vez que permite a integração de todas as partes do processo. A partir dela, valores e conceitos de ética serão disseminados, gerando o engajamento de colaboradores e a estruturação de práticas de gestão e das condições necessárias à busca da excelência;

2 – A missão é clara

Elabore a missão da empresa e divulgue aos seus colaboradores;

3 – Ética nas relações

Verifique de que forma a ética é praticada e incentivada por você e pelos demais dirigentes (se houver), nas relações internas e externas, como no tratamento com clientes, colaboradores, fornecedores e comunidade, entre outros. É fundamental estabelecer princípios para promover e assegurar o comportamento ético nas relações;

4 – Analise o desempenho

Líderes e gestores devem analisar constantemente o desempenho da sua empresa, para garantir que seus objetivos e metas sejam cumpridos. A análise deve ser realizada de forma sistêmica e relacionada a aspectos financeiros, bem como a produção, vendas, clientes, colaboradores e fornecedores;

5 – Aprenda a compartilhar

Metas, objetivos, estratégias e resultados precisam ser compartilhados com os colaboradores, para que o grupo possa buscar os mesmos ideais. Sabe-se que, quando os colaboradores da empresa entendem os objetivos e acompanham os resultados, o nível de produtividade e comprometimento aumenta;

6 – Inspire novos líderes

É função da liderança formar e desenvolver novos líderes, de forma estruturada, evitando preferências pessoais. O crescimento da empresa e a capacidade e as competências gerenciais estão diretamente ligados aos investimentos no desenvolvimento de gestores e na liderança;

7 – Mantenha-se informado

Analisar cenários e antecipar-se às tendências auxiliam no crescimento das empresas e no processo de construção da inovação. É importante buscar informações e conhecimento, assim como criar parcerias que possam promover a cultura de inovação, melhoria e excelência. A liderança deve apoiar o desenvolvimento de um ambiente propício ao incentivo e à troca de ideias F http://revistapegn

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Os desafios das marcas na era digital

Na era do digital, as empresas precisam se adaptar: não há espaço se manter estática e intocável

A revolução digital dos últimos anos proporcionou uma internet cada vez mais acessível e presente na vida de todos. O consumidor está diariamente conectado, por meio de inúmeros dispositivos, e as marcas precisaram se adaptar: para uma empresa no século XXI, não há espaço se manter estática e intocável. As marcas deixaram de ser cultivadas apenas com o trabalho de uma equipe de marketing e passaram a ser sociais, construídas coletivamente pela organização e pelo público.

No artigo “The brand meaning co-creation process on Facebook”, o professor da FGV EAESP Benjamin Rosenthal, junto à pesquisadora Eliane Brito, defende que, online, as páginas de marcas passam por um processo de “co-criação” em que conteúdo e assuntos são definidos tanto pelos responsáveis pelo gerenciamento das contas como pelo público.

“[Em páginas de marcas] A interação cresce rapidamente de fã para fã, que comenta, curte, compartilha. Como os brand managers fazem a curadoria do conteúdo, eles exercem um alto controle sobre os assuntos que são discutidos nas páginas das marcas. Entretanto, os fãs têm a opção de ignorar ou comentar em qualquer direção que escolherem seguir. Desta forma, por meio do nível de engajamento, fãs desempenham um tipo de controle sobre o que as marcas postam”, afirmam Rosenthal e Brito.

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Nesse contexto, as marcas que sabem como extrair o melhor da era digital encontram vantagens competitivas como o engajamento do público e mais facilidade em segmentar sua comunicação. A presença na redes sociais também possibilita uma maior recorrência nas vendas. Mas o cenário não é livre de desafios.

Estar sempre presente no meio digital requer um esforço contínuo. Páginas nas redes sociais, por exemplo, exigem planejamento constante tanto para produção de conteúdos como para interação com os consumidores. É preciso, também, muita criatividade para inovar e se manter relevante diante das centenas de informações que atingem os consumidores digitais todos os dias. Afinal, o meio digital é competitivo: mais democrático, ele proporciona o aumento da concorrência, que também briga pela atenção e lealdade dos consumidores.

Há ainda, um desafio muito importante: o cuidado constante com a reputação. Enquanto a internet permite que as marcas se aproximem de seus públicos e cultivem relacionamentos estratégicos, a rapidez das redes sociais traz também a possibilidade de crises de imagem que ganham grandes proporções em poucas horas.

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Dieta Detox que faz você perder até 4KG em Apenas 7 Dias: 100% GARANTIDO!

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Muita gente pensa que alimentação detox é sinônimo de dieta radical, restritiva e cheia de ingredientes malucos.
A detoxificação, ou simplesmente detox é uma técnica da nutrição funcional cujo objetivo é ajudar o organismo a eliminar toxinas e outras substâncias prejudiciais à saúde.

A Dieta Detox vai:
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Inovar não é, necessariamente, adotar tecnologias novas. Inovar é se adaptar continuamente ao mercado.

prof. falconi  O Explícito e o Tácito

Por Prof. Vicente Falconi, sócio-fundador da FALCONI

As estatísticas mostram que poucas empresas permanecem vivas por um período muito prolongado. A maioria acaba morrendo ou se enfraquecendo, sendo comprada ou fundindo-se a outras. Por que isto ocorre?

As organizações são estabelecidas para satisfazer às necessidades do mercado (como o mercado é formado por pessoas, isto significa “necessidades das pessoas”) por meio de seus produtos. Acontece que estas necessidades mudam no tempo, surgem outros produtos melhores e mais baratos para atender às mesmas necessidades, mudam os costumes, novas matérias primas são desenvolvidas propiciando menores preços, novas tecnologias de fabricação possibilitam melhor qualidade de produto e custo menor, novas tecnologias de gerenciamento permitem ganhos ilimitados de produtividade, surgem novos regulamentos governamentais etc.

O cenário externo muda constantemente e o razoável seria que o ambiente interno das organizações fosse muito dinâmico para se adaptar e não morrer. Isto nem sempre é a verdade.

Nós criamos organizações (empresas ou departamentos da mesma) para determinados fins. Muitas vezes os fins se tornam desnecessários e as organizações permanecem. Outras vezes as organizações são estruturadas desconhecendo os processos de criação de valor. Criam-se hierarquias verticais fragmentando o trabalho e inibindo as iniciativas com consequente perda de eficácia e de agilidade no processo decisório.

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O Gerenciamento da Inovação consta de sistemas, organizações, processos, operações, métodos e técnicas para se projetar produtos e seus processos em função das necessidades das pessoas (qualidade, preço e disponibilidade). Uma maneira de inovar é desenvolver um novo produto (e um novo processo) para algum nicho de mercado ainda não satisfeito. O Gerenciamento da Inovação é ainda o questionamento constante dos produtos existentes (externos e internos) e seus respectivos processos dentro da empresa.

Neste caso, quando se deseja inovar a primeira pergunta a ser feita é: o produto ainda é necessário? Este produto pode ser um treinamento, uma fatura, um relatório financeiro ou a limpeza de uma sala.

Se o produto é desnecessário, elimina-se o produto e o seu processo!

Se o produto for ainda necessário, pode-se reprojetar o processo, tendo em vista as novas tecnologias e novos conhecimentos, com ganhos substanciais. Tenho visto, em algumas empresas, departamentos inteiros serem simplesmente eliminados.

O processo de Inovação depende em muito da sensibilidade quanto às necessidades do mercado e de se estar disposto a mudar constantemente o seu processo para atender a estas necessidades mutantes. Produto excelente hoje (rentabilidade elevada) pode ser commodity (rentabilidade baixa) ou produto desnecessário amanhã. Pela minha experiência, a maioria das organizações nem mesmo conhece seus produtos internos e externos! Conheci empresas que mantiveram, durante anos, toda uma linha de produtos que apresentava prejuízo, sem que nada fosse percebido.

Não há como inovar produto ou processo sem sentir o mercado. Certas instituições mantidas pelo Estado não se inovam ou custam a inovar porque não têm a sua sobrevivência dependente do mercado. Da mesma forma, regimes políticos dissociados da economia de mercado estão fadados ao fracasso pela ausência do fator motivador da Inovação das organizações: a preferência das pessoas!

Inovar não é, necessariamente, adotar tecnologias novas. Inovar é se adaptar continuamente ao mercado produzindo um produto (bem ou serviço), em condições de qualidade, preço e disponibilidade que supere os concorrentes na preferência das pessoas. No entanto, o aparecimento de novas tecnologias pode provocar inovações em cadeia. É este, por exemplo, o caso da Internet e as várias possibilidades que são abertas ao comércio entre empresas e entre estas e seus clientes.

A FALCONI Consultores de Resultados tem realizado junto a algumas empresas um trabalho de Gerenciamento da Inovação que está na fronteira do que se faz de moderno no mundo. As economias para as empresas tem sido da ordem de 40% de seus custos! Este Gerenciamento da Inovação se inicia pelo questionamento da missão da própria empresa, da estratégia, dos valores, dos processos internos e das necessidades de seu mercado.

A mudança deve ser a constante dentro de uma organização. Uma posição de competitividade hoje pode ser a condição de morte amanhã. Sem mudanças constantes não existe a sobrevivência.

Por outro lado, apesar do conhecimento existente e disponível, as organizações definham e morrem porque nós, seres humanos, somos arraigados à rotina e muito conservadores (às vezes disfarçados por palavras e comportamentos aparentemente modernos). Além disto, muitos de nós somos doentiamente receosos de mudanças que ameacem a nossa estabilidade pessoal e emocional. Como consultores empresariais são, essencialmente, agentes de mudança, sentimos na pele, em nosso dia a dia de trabalho, a reação patológica de rejeição de algumas pessoas emocionalmente despreparadas para o mundo atual e que pelo seu comportamento trazem um grande prejuízo à sua empresa e ao seu país.

Mudar é muito difícil e a presença de um líder é da mais alta importância para que isto possa acontecer. O líder dá, àquelas pessoas resistentes, a segurança necessária no difícil processo de mudança. Temos visto empresas, e até mesmo países, irem de mal a pior pela falta de um líder. Acontece que aqui, mais uma vez, entra a variabilidade do fator humano. Existem vários tipos de líderes, alguns nem sempre positivos. Conheço alguns que são apegados ao poder a tal ponto que passam a maior parte de seu tempo maquinando condições para fortalecê-lo. No entanto, conheço outros, verdadeiros estadistas estratégicos, que exercem o poder de olho no mercado e no futuro, arregimentando pessoas excepcionais, desenvolvendo sua equipe e tomando as ações necessárias, a cada momento, para a sobrevivência de sua empresa.

Procurando um resumo de tudo que aprendi em minha vida, na pratica, no dia a dia junto às empresas, sei que existem três fatores que são vitais para a sobrevivência de uma organização: conhecimento gerencial (sistemas, organizações, processos, operações, metas, métodos e ferramentas de análise), conhecimento técnico (conhecimento de seu trabalho, ciência e tecnologia) e liderança (tudo que é relacionado ao ser humano na organização). No entanto, este último é a condição limitante, pois os outros nem ao menos serão absorvidos sem que haja uma firme liderança que saiba o que deseja. O verdadeiro líder é precioso como um diamante. A sobrevivência das organizações depende da Inovação constante dos sistemas empresariais comandada por estas pedras raras e preciosas. Como é difícil encontrá-las! – Fonte: https://www.falconi.com

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As 10 chaves para o sucesso financeiro de Robert Kiyosaki

As 10 chaves para o sucesso financeiro de Robert Kiyosaki

Independência financeira é uma dos maiores desejos que todos nós temos, e isso é por um bom motivo. Você jamais espera que existirá uma crise financeira, levando embora toda sua riqueza e fontes de receitas. Como resultado, educar-se sobre a importância da liberdade financeira, bem como o significado para conquistar esse bem essencial.

Robert Kiyosaki, um empreendedor e investidor com apenas a oitava série, é um dos mais importantes ativistas e comunicadores de finanças pessoais vivendo hoje. Seu livro “Pai Rico, Pai Pobre” é graduado como um dos melhores livros de finanças pessoais de todos os tempos, e nos detalhes de várias formas para conquistar a liberdade financeira.

Veja a lista com as 10 chaves para a liberdade financeira de Robert Kiyosaki:

1) Aceite toda a responsabilidade

Todas as escolhas que você faz tem suas próprias consequências, algumas que poderão causar danos à sua riqueza de forma irreversível. Assim, você deve aceitar completamente a responsabilidade em assegurar seu futuro financeiro. Compreenda que toda decisão e escolha que você faz hoje irá impactar em sua vida amanhã. Por isso, é essencial que você avalie todas as suas decisões financeiras, compras e gastos de acordo com seus objetivos financeiros de longo prazo.

2) Controle seus gastos

Nós vivemos em um mundo consumista onde somos compelidos a comprar continuamente. Seus hábitos de compra são umas das principais razões de por que você não será capaz de assegurar seu futuro financeiro facilmente. Controle cada gasto seu e pense duas vezes antes de fazer uma compra. Será complicado fazer isso no primeiro momento, ainda mais se você é propenso ao gasto incontrolável, mas uma vez que você aprende a gerenciar suas despesas, mover-se em direção a conquistar sua liberdade financeira será como muito fácil.

3) Ter um orçamento é crucial

Criar um orçamento e viver dentro de suas limitações é crucial conquistar a liberdade financeira em sua vida. Um orçamento vai te dar a informação de que precisa gerenciar suas receitas e controlar suas despesas. Logo, um orçamento da a você um senso de responsabilidade. Se você quer assegurar suas finanças pessoais, então o orçamento irá prover a você as ferramentas para assegura-la.

4) Pague a si mesmo primeiro

Uma das fundamentais chaves para conquistar a liberdade financeira é trabalhar para si mesmo, ao invés de trabalhar para um banco ou empresa de cartão de crédito. Aprenda a pagar a si mesmo primeiro antes de pagar qualquer outra pessoa. Ao fazer isso você conquista duas coisas: você se torna mais rico e você para de ficar pobre.

5) Jamais tenha uma dívida

Dívida é uma das principais causas de insegurança financeira na vida de muitas pessoas. Isso começa a te consumir por dentro, faz com que você deixe de perseguir seus sonhos, esperanças e metas de vida. A dívida priva você de um futuro feliz. Ser livre de dívidas deveria ser uma de suas imprescindíveis metas de vida, e você deveria se comprometer completamente consigo mesmo a permanecer desta forma.

Estar livre de dívidas deve ser sua paixão se você quer atingir a liberdade financeira.

6) Estabeleça um fundo para emergências

Um fundo para emergências é um colchão de dinheiro que irá manter suas despesas básicas por ao menos 3 meses. Ele também pode ser útil quando você precisa cobrir algum tipo de despesa inesperada da vida como algum reparo, despesas médicas e outras emergências. Ter um fundo para emergências é essencial para garantir que você não irá recorrer a dívidas quando essas situações aparecerem. Garantir que suas despesas básicas estão garantidas também irá lhe trazer mais “paz de espírito”.

Uma das melhores formas de criar um colchão de dinheiro é abrir uma nova conta bancária e começar a poupar para seu fundo de emergência.

7) Jamais pare de aprender

Educar-se financeiramente com regularidade deve ser uma de suas prioridades máximas.

Hoje existem incontáveis fontes para atualizar seu conhecimento sobre a indústria financeira e como ela funciona. Assuma responsabilidade total por sua vida financeira ao comprometer-se completamente com ela. Ao invés de ler todos os tópicos de uma única vez, você pode começar aprendendo um assunto por vez. Por exemplo, você pode ler sobre orçamentos familiares se isso é o que lhe interessa. Bem como, existem inúmeros outras questões financeiras que você pode aprender gradativamente, e assim aumentar sua literatura financeira.

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8) Tenha metas claras e concisas

Se você não possui nenhuma meta financeira clara definida, então será muito difícil andar em direção a assegurar sua liberdade financeira. Se você quer criar um grande negócio, caminhe em direção a isso abrindo sua própria empresa. Como alternativa, se você quer ser um investidor, aprenda a pegar as oportunidade certas e agarre-as imediatamente quando estiverem disponíveis. Somente quando você tiver suas metas financeiras claras em sua mente você será capaz de reconhecer seu verdadeiro potencial.

Ter metas e andar em direção a elas também irá motiva-lo a viver a vida que você sempre sonhou.

9) Marketing Multi Nível (MMN)

O baixo custo inicial de começar em uma empresa de marketing multi nível é outra grande vantagem que você tem. É muito difícil começar um grande negócio sem grandes investimentos e tempo. Uma empresa de marketing multi nível lhe dá o tempo que você precisa para construir suas habilidades de negócio e para fazer a transição de um empregado de baixo escalão para uma pessoa de negócio muito bem remunerada. Por isso, marketing multi nível é uma das formas perfeitas para assegurar sua liberdade financeira. Elas fornecem a você uma receita residual, assim você faz dinheiro enquanto você dorme ou viaja.

Nota do Autor: tenha certeza de que você confia nos produtos da empresa e que ela é legítima e certificada.

10) Simplifique sua vida

A vida tem se tornado cada vez mais complexa ao passar dos dias. Correr atrás de dinheiro e suas metas financeiras irá te distrair das cosias que são muito importantes na vida. Como resultado, você começará a perder sua motivação e perder-se na escuridão. Por isso, é muito essencial que você simplifique sua vida o libertar sua mente de toda a bagunça.

A chave para a liberdade financeira é muito simples: converta suas receitas regulares em receitas passivas ou dividendos passivos. Com isso em mente, é muito fácil atingir as metas que você deseja sem abrir mão das coisas que você guarda perto de seu coração.

“Antes que você possa transformar sua carteira de pobre para rica, você precisa transformar seu espírito de pobre para rico.” – Robert Kiyosaki

Fonte: https://professoresdosucesso.com.br/as-10-chaves-para-o-sucesso-financeiro-de-robert-kiyosaki.html

 

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Vendas: talvez o problema não seja a crise, mas você

Nas últimas semanas, temos lido muitos relatos e notícias de empresas que têm demitido, fechado unidades e cortado outros custos para tentar sobreviver à crise pela qual o país passa atualmente. As dificuldades, na maioria dos casos, estão diretamente ligadas a dificuldades nas vendas: se não vende, não entra dinheiro, não tem como manter o mesmo ritmo de despesas e o jeito é cortar. Mas será que o problema é só a crise mesmo?Nesta semana, o meuSucesso.com lançou mais uma LiveClass e o assunto foi Vendas. Apresentada por Ricardo Jordão, a aula abordou vários aspectos relacionados às dificuldades provocadas pela crise e como ela tem afetado as empresas.

Pegando gancho nisso, nossa equipe preparou algumas dicas com o objetivo de ajudar você a desenvolver ações capazes de blindar seu negócio da crise. Confira abaixo:

Vender é a solução

Sim, a crise atrapalha. A crise aumenta custos, reduz o movimento, afeta psicologicamente clientes e colaboradores. Mas, como destaca Ricardo Jordão, esse cenário tem dois elementos chaves em oposição: as despesas, na condição de problemas, e as vendas, como soluções. Você tem que fazer uma escolha. E a melhor opção vai ser vender. Focar na redução de custos será apenas um paliativo inútil, se você não vender mais.

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Mentalidade vendedora

Toda sua equipe – mesmo quem não atua diretamente com vendas – tem que pensar como vendedor. É essa postura orientada para a venda que vai fazer sua empresa ficar coesa em torno do objetivo de ampliar as receitas, mais do que reduzir custos.

Resolver problemas

Por mais que haja crise, que a economia vá mal, as pessoas sempre terão problemas que precisarão ser resolvidos. Elas precisarão de empresas para fazer isso. E vender nada mais é do que ajudar as pessoas a resolverem seus problemas, como destaca Jordão. Por isso, trabalhe para desenvolver essa visão em sua equipe, que crise nenhuma baterá à sua porta.

Para ver a íntegra da LiveClass, acesse: https://meusucesso.com/conhecimento/cursar/live-class-14/?aula=199

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Sua timidez atrapalha no trabalho? Saiba como vencê-la

Saber se comunicar passou a ser um dos requisitos básicos para quem lida com pessoas no trabalho – e é o que acontece na maioria das profissões. Porém, muitos não têm a mesma facilidade que outros de se relacionar e isso acaba prejudicando a carreira e os negócios.

Ações que são comuns em um ambiente de trabalho como vender o seu produto ou ideia, apresentar uma proposta para o chefe, apresentar um projeto para a equipe, reivindicar os seus direitos trabalhistas, participar de ações coletivas e até mesmo de eventos da empresa, são considerados grandes desafios para o profissional tímido. Isso torna o processo mais difícil e nada prazeroso, refletindo consequentemente nos resultados.

Eu já vivi algumas situações em que a timidez me atrapalhou. Hoje posso dizer que sou menos tímida do que alguns anos atrás. Mas isso não aconteceu automaticamente e sim com esforço. Abaixo separei 7 dicas para você que também quer e precisa acabar com a timidez no trabalho:

1 – Saia da sua zona de conforto

Nada melhor para vencer a timidez do que se livrar de todos os seus hábitos (ou escudos) de acomodação.

Você tem o costume almoçar sozinho ou só conversar com as mesmas pessoas durante o expediente? Então, tente mudar esse cenário convidando sempre uma nova pessoa para ir almoçar com vocês e puxando assunto com outros colegas de trabalho.

Se desafie! Fazer coisas que você sempre teve resistência em fazer, quebrar algumas verdades que você mesmo criou e ser mais proativo podem ser o suficiente para nocautear a vergonha.

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2 – Não tenha medo de julgamentos

Não tema o que as pessoas irão pensar ou falar de você. Nem sempre elas estarão te julgando. E mesmo que estejam, o que você ganha ao se preocupar? Rugas!

Exercite esse pensamento e seu trabalho em equipe será mais saudável e assertivo.

3 – Cultive amizades

Procure fazer amizade com os seus colegas de trabalho. Intereja na hora do almoço, vá a eventos e atividades fora da empresa, como churrascos, bares, etc. Converse, pergunte, ouça, dê a sua opinião e seja você!

Dessa forma, é muito mais fácil lidar com todos no dia a dia e a timidez vai sendo deixada de lado sem você ao menos perceber.

4- Aprenda a dizer não

Já experimentou dizer não? Muitas pessoas tem essa dificuldade, e, principalmente, os tímidos tendem a ter medo de dizer essa simples palavrinha para não ficar “feio” para elas.

Mas feio mesmo é não saber se posicionar. Negar às vezes é importante e vai fazer você se sentir melhor e mais seguro. Mas antes, analise a situação para não passar por maus lençóis.

5 – Estabeleça metas pessoais

Se desafie criando metas para você cumprir e com isso mostrar para si mesmo do que é capaz.

Desafios pessoais nos motivam a mudar e nos transformar em pessoas melhores. Você verá que isso se encaixa muito para a carreira profissional.

6 – Busque alternativas

Não tem nada de errado em buscar ajuda para melhorar uma fraqueza como a timidez.

Aulas de oratória e outras atividades que lhe ajudem a desinibir, como dança, teatro, terapia ou coaching tornam o processo mais ágil e menos incômodo. Assim, com o tempo você verá resultados e descobrir como é fácil expor sua opinião e suas ideias para um grupo do trabalho.

7 – Acredite em si mesmo

Independente da circunstância, acredite em si mesmo sempre!

Ser mais extrovertido ou mais calado não é o que define se uma pessoa é bem sucedida. Os tímidos também podem conquistar o que quiser, basta confiar em si mesmo e ter atitude para fazer acontecer.

A autoconfiança permite mais coragem para arriscar e assim aumentar as chances de acertos.