Quais as principais novidades do e-commerce brasileiro em 2017?

Quais as principais novidades do e-commerce brasileiro em 2017?

Assim como tudo ligado à tecnologia, as novidades e atualizações acerca do e-commerceestão sempre chegando. Dos grandes anúncios às pequenas melhorias, o profissional que decide trabalhar com web deve estar sempre conectado também ao que diz respeito a essas inovações. Pensando nisso, preparamos aqui um conjunto de informações acerca das principais tendências do e-commerce brasileiro no ano de 2017.

O desafio da logística e os novos formatos de entrega

No Brasil, a logística continua sendo uma das grandes questões do e-commerce. Lugares de risco, custos elevados, prazos de entrega demorado e tantos outros itens são frequentemente debatidos, seja por trazerem custo adicional à empresa, seja por ter um reflexo na experiência de compra do cliente.

Na tentativa de resolver essa questão, as empresas estão buscando por alternativas na entrega dos seus produtos. Isso vale tanto para as empresas de entrega como as startups Loggi e Mandaê, ou serviços disponibilizados através de aplicativos, como o UberEats, que já funciona no Brasil como um delivery de perecíveis e também o UberRush, que já funciona lá fora desde 2015, mas é um formato que pode encontrar espaço no Brasil.

Neste ano, em particular, as pequenas empresas tiveram que se adaptar ao fim do serviço de e-Sedex fornecido pelos Correios, o que abriu portas para outras empresas conquistarem espaço oferecendo serviços na tentativa de suprir tal necessidade.

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A experiência personalizada no e-commerce

Diversos fatores favorecem a escolha do cliente por tratamento personalizado. Desde o tato, à satisfação do ego por se sentir diferenciado, até mesmo ao costume do uso das informações “humanizadas” das redes sociais, entre outros.

Graças ao celular e com formas de propaganda como o AdWords do Google, o cliente começa a se acostumar em receber informações relevantes para o seu perfil e está cada vez mais habituado a tal, seja qual for o canal. Os profissionais de e-commerce perceberam isso e, a cada momento, novas melhorias e recursos são adicionados para fazer com que o cliente se sinta único.

Lojas que ainda não se adaptaram a esta realidade já começam a fazer isso, mesmo que de forma modesta, como chamar o seu cliente pelo nome. Claro, para conseguir mais efetividade na personalização do site para os clientes, é preciso que a loja esteja habituada e tenha maturidade com a análise de dados (Analytics).

O fator mobile

A presença de uma loja virtual no cenário mobile deixou de ser um fator estratégico e se consumou num fato. Trabalhar com e-commerce é estar presente na web não importa qual seja o dispositivo e, mais do que isso, é imperativo estar no smartphone.

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Um dos índices para delimitar isso é o posicionamento do Google com relação à tecnologia móvel. Com seu Mobile First Index, uma de suas mudanças contínuas, que, desta vez, prioriza sites com versão mobile para classificar seus resultados de busca, o buscador enterrou quaisquer dúvidas a respeito da necessidade de estar online nos telefones móveis.

Há pouco tempo, as pessoas utilizavam o celular para navegar e encontrar produtos, porém concluíam suas compras em outros dispositivos, como o desktop. Porém, com números que apresentam o uso médio do smartphone de 150 a 200 vezes por dia, fazendo um paralelo com o número de apenas 14% das empresas obtendo lucro através do uso do smartphone ou tablet como ferramenta, é visível um cenário de investimento neste segmento, fazendo com que a experiência do e-commerce através do celular aumente ainda mais.

O futuro do Marketplace

Para os varejistas de todos os tamanhos, o marketplace já é uma realidade. Os pequenos entram com o produto, exclusivo ou não, e os grandes oferecem a visibilidade com altos números de tráfego. A receita tem funcionado para o cliente brasileiro e a prática continua. Entretanto, mesmo com o formato ganhando cada vez mais adeptos, o que está em discussão, na verdade, tem nome: Amazon.

Segundo dados apresentados na IRCE 2017, a varejista norte americana apresentou números impressionantes. Para se ter uma ideia do quão bem a empresa está, o crescimento da Amazon no ano de 2016, comparado ao período anterior, foi de 24 bilhões de dólares. Se o número em si não parece tão expressivo, quando ele é posto ao lado do total de faturamento da segunda colocada no mesmo período, todos ficam admirados. Na segunda posição está o Walmart, com faturamento total de aproximadamente 16 bilhões. Esta diferença deixa claro para os players que, onde a Amazon resolver investir seu negócio, o próprio modelo de varejo pode ser alterado.

Até o momento, a presença da Amazon no Brasil é amistosa, e a empresa está se expandido para países como a Austrália. No entanto, todo o varejo mundial está atento à estratégia da norte americana, buscando se preparar para quando a gigante resolver entrar em seu país e, no Brasil, não deve ser diferente.

Outros pontos importantes

As possibilidades são muitas e a evolução do varejo em alguns países pode mostrar o que está por vir para o cenário nacional. Outros pontos importantes devem ser analisados e estudados por quem está no ramo ou pretende ingressar no e-commerce.

Entre alguns deles está a nova diversidade de formas de pagamento, onde há espaço para as carteiras virtuais como o Apple Pay e Google Wallet. A inteligência artificial, já tão presente em outros setores, também pode ganhar espaço, principalmente nas ações de marketing, detecção de fraudes e também no comportamento do cliente.

Profissionais concordam que o Brasil ainda precisa solidificar alguns aspectos básicos para fazer com que o formato, como um todo, tenha uma evolução significativa, como as diferentes barreiras logísticas, a questão da política de troca obscura e a própria satisfação do cliente no geral. Fonte: https://www.signativa.com.br

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