Você quer conhecer uma pessoa IGNORANTE? Olhe no espelho!

 
Isso está longe de ser um insulto!
Tampouco um elogio…
Mas acredite: é a constatação de um fato!
Cada vez mais seremos ignorantes…
O conhecimento dos humanos está dobrando cada vez mais rapidamente. Isso significa que, além de não conseguirmos acumular todo o conhecimento do mundo, se dobrarmos nosso conhecimento no mesmo período teremos conseguido permanecer no mesmo nível intelectual.
 
Então, não se sinta mal quando alguém lhe chamar de ignorante. Mas entenda uma coisa, há dois tipos de ignorantes:
 
1. Os ignorantes que sabem que não sabem tudo; e
 
2. Os ignorantes que acham que sabem tudo.
Já bem dizia o adágio popular…
 
Os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida:APRENDER.
 
Perceber-se ignorante não tem nada de errado, nem de ruim… Muito pelo contrário! A percepção da própria ignorância é um passo fundamental para o processo de aprendizado!
Enquanto aprendemos algo, passamos por 4 fases nitidamente definidas:
 
1 – Ignorância Inconsciente – Quando nem temos noção daquilo que desconhecemos;
 
2 – Ignorância Consciente – Quando tivemos algum contato com algo que não sabemos;
 
3 – Competência Consciente – Quando aprendemos e agimos racionalmente;
 
4 – Competência Inconsciente – Quando agimos com sapiência quase que no automático.
 
Entre as fases 2 e 3 ocorre um fenômeno interessante que na maioria das vezes é encarado com desprezo e muitas vezes confundido com falta de esforço: A CONFUSÃO.
 
Quando começamos a assimilar algum novo conhecimento, usamos uma técnica mnemônica natural dos seres humanos: a comparação. Tentamos comparar com algo que já conhecemos bem. Algumas vezes criamos comparações que não têm afinidade, outras vezes as comparações acabam nos ajudando a absorver esse novo conhecimento. Contudo, esse processo, geralmente, provoca um período de confusão, quando o novo conhecimento não foi assimilado, e ainda estamos tentando acham comparações.
 
Não há nada de errado com o processo. O que está errado é achar que a confusão é algo totalmente ruim, quando, na verdade, indica que a pessoa está a um passo do terceiro estágio do aprendizado. O ruim é manter-se na confusão. Sanar a confusão resultará a transposição completa da fase 2 para a fase 3 do aprendizado.
 
Uma vez que se tenha a competência conscientemente instalada, resta apenas treinar, treinar e treinar para alcançar o quarto e último estágio: a competência inconsciente, ou a sapiência!
Então, da próxima vez que você encarar uma confusão na sua mente, saiba que você está num processo natural de aprendizado e continue persistindo com tranqüilidade até atingir a competência desejada.
 
No processo de aprendizado ou de estudo, a confusão se implanta por duas situações facilmente resolvidas.
 
1. Ausência de percepção. Quando estudamos algo que não conseguimos visualizar, sentimos algo parecido com a confusão. A solução é usar pequenos objetos para representar os elementos, ou desenhos e representações gráficas ou o próprio elemento que se esteja estudando.
 
2. Velocidade. Quando se avança no estudo sem que o assunto anterior esteja totalmente assimilado, a confusão se instala. A solução simples é retornar ao ponto em que não havia confusão, buscar o que estiver mal compreendido que estiver impedindo o avanço, resolver isso e voltar a avançar normalmente.
 
Entender que somos ignorantes é o primeiro passo para desenvolver o conhecimento. Resolver a confusão é a solução primária ao aprendizado. Estudar, aprender, aplicar e melhorar… Isso é o que realmente importa!
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