Quais são as oportunidades do futuro, segundo Bill Gates

O bilionário Bill Gates (Foto: Getty Images)
O BILIONÁRIO BILL GATES (FOTO: GETTY IMAGES)

Em uma carta aberta aos jovens do mundo, ele aponta campos importantes e indica seu livro inspirador favorito; “Vivemos em uma época incrível”, escreve 

Ele não é só a pessoa mais rica, mas um dos líderes mais famosos e respeitados do mundo. Bill Gates, que fez dezenas de bilhões de dólares à frente da Microsoft, hoje se dedica à filantropia através da Bill & Melinda Gates Foundation.

Aproveitando a temporada de formaturas americana, que acontece entre maio e junho, Gates escreveu um tradicional discurso para formandos (conhecidos como commencement address em inglês) para todos os jovens do mundo.

Seu objetivo é empolgá-los com as oportunidades do futuro e motivá-los a trabalhar para superar os obstáculos através da educação, inovação e otimismo.

Leia a carta na íntegra abaixo:

“Querida turma de 2017
Parabéns! Você conquistou algo que eu nunca consegui – um diploma universitário.

Entre o orador da sua turma e todos os tios e tias na sua festa de formatura, tenho certeza que você está ouvindo muitos conselhos. Correndo o risco de adicionar mais coisa à pilha, gostaria de compartilhar alguns pensamentos.

Os recém-formados frequentemente me pedem conselhos de carreira. Tive sorte de estar no começo dos meus 20 anos quando a revolução digital estava começando, e Paul Allen e eu tivemos a chance de ajudar a moldá-la. (O que explica a ausência do meu diploma: deixei a escola porque tivemos medo que a revolução acontecesse sem nós.)

Se eu estivesse começando hoje e buscando a mesma oportunidade para ter um grande impacto no mundo, eu consideraria três campos.

O primeiro é inteligência artificial. Nós apenas começamos a ver todos os jeitos que a inteligência artificial terá para tornar a vida das pessoas mais produtiva e criativa.

O segundo é energia, porque criar energia limpa, acessível e confiável será essencial para combater a pobreza e as mudanças climáticas.

O terceiro é a biociência, que é cheia de oportunidades para ajudar as pessoas a viverem vidas mais longas e saudáveis.

Mas não importa qual seja sua carreira, algumas coisas da vida são sempre verdadeiras. Queria ter compreendido essas coisas antes de deixar a escola.

Para começar, a inteligência não é tão importante quanto eu achava que era e tem muitas formas diferentes. Nos primeiros dias da Microsoft, eu acreditava que, se você escrevesse códigos ótimos, também conseguiria gerir bem pessoas ou liderar uma equipe de marketing ou qualquer outra tarefa.

Eu estava errado. Precisei aprender a reconhecer e apreciar os talentos diferentes das pessoas. Quanto mais cedo você fizer isso, se ainda não fizer, mais enriquecedora sua vida será.

Outra coisa que gostaria de saber muito antes é o que a desigualdade verdadeira realmente é. Não a vi de perto até o fim dos meus 30 anos, quando Melinda e eu viajamos para a África pela primeira vez. Ficamos chocados com o que vimos.

Quando voltamos, começamos a aprender mais sobre o assunto. Ficamos impressionados com as milhões de crianças que morriam de doenças para as quais ninguém nem ligava em países ricos. Achávamos que era a coisa mais injusta do mundo.

Percebemos que não poderíamos ficar esperando para nos envolver – tinhamos que começar a devolver algo aos outros imediatamente.

Você sabe muito mais do que eu sabia quando tinha sua idade. A tecnologia permite que você veja problemas de maneiras que eu e meus amigos nunca pudemos e o empodera a ajudar de maneiras que nunca pudemos. Você pode começar a combater a desigualdade mais cedo, seja em sua própria comunidade ou num país a meio mundo de distância.

No meio tempo, eu o encorajo a se cercar com pessoas que o desafiam, ensinam e incentivam a ser melhor. Melinda faz isso por mim e eu sou uma pessoa melhor por isso.

Como nosso bom amigo Warren Buffett, eu meço minha felicidade vendo se as pessoas próximas a mim são felizes e me amam e pela diferença que faço na vida dos outros.

Se eu pudesse dar um presente de formatura para cada um de vocês, seria uma cópia de Os Anjos Bons da Nossa Natureza, de Steven Pinker. Após anos de estudo, você pode não estar muito empolgado para ler um livro de 700 páginas. Mas, por favor, coloque-o na lista algum dia. É o livro mais inspirador que já li.

Pinker faz um argumento persuasivo: o mundo está melhorando e vivemos na época mais pacífica da história humana. Pode ser um caso difícil de defender, especialmente agora. Quando você diz aos outros que o mundo está melhorando, eles frequentemente te olham como se você fosse ingênuo ou louco.

Mas é verdade. E quando você entende isso, começa a ver o mundo de outra maneira. Se pensa que as coisas estão melhorando, então quer saber o que está funcionando para poder acelerar o progresso e dissemina-lo para mais pessoas e lugares.

Isso não significa ignorar os problemas sérios que enfrentamos. Só significa que você acredita que eles podem ser resolvidos e você se move para agir pensando nessa crença.

Essa é a peça central de minha visão de mundo. Ela me sustenta em tempos difíceis e é a razão da minha paixão pelo trabalho filantrópico após mais de 17 anos. Acho que pode fazer o mesmo por você.

Boa sorte a todos. Vivemos em uma época incrível. Espero que você a aproveite ao máximo.” Fonte Epoca Negócios

Reportagem publicada originalmente no site parceiro Na Prática

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5 passos para se comunicar de maneira eficiente

Não há dúvidas de que é possível influenciar as pessoas pela comunicação verbal e não verbal. E você, sabe se comunicar corretamente? Confira o passo a passo que preparamos!

1• Abra-se a outros pontos de vista: Invista tempo conversando com as pessoas, peça a opinião delas, troque ideias e crie espaço para que pares, colaboradores, clientes e fornecedores emitam visões sobre os processos. Não existe nada mais insuportável para as pessoas que líderes que transmitem a impressão de saber tudo. São nessas conversas que surgem importantes insights, que impactam positivamente nos resultados da companhia;

2•  Seja sensorial: Acabe com os “achismos” quando se comunicar. Fale e tome decisões sempre com base em fatos e dados;

3• Ouça o outro de verdade: Não interrompa seu interlocutor quando ele estiver falando. Coloque-se no lugar dele de maneira empática, olhe-o nos olhos e demonstre real interesseem entender o seu ponto de vista;

4• Entenda ao invés de supor: Quando seu interlocutor utilizar termos que lhe pareçam subjetivos, principalmente sobre outras pessoas e trabalhos, procure compreender o termo com perguntas,como, por exemplo: “o que especificamente você quer dizer com a expressão ‘x’, por exemplo, ele é um ‘nó cego’?”; ou “em qual aspecto, especificamente,você acredita que nosso processofoi ‘falho’?”;

5•  Exclua a palavra “mas” do vocabulário: A ideia dessa orientação é ressaltar que a palavra “mas” neutraliza ou nega o que foi dito antes, criando confronto. Opte por substituí-la por “e”, que complementa, agrega e não cria animosidade. – Texto Meg Chiaramelli | Adaptação Isadora Couto | Foto Shutterstock

Como reinventar sua marca para vencer na nova fase do varejo?

Desde o começo do ano, o varejo americano, principalmente, o referente a moda, sofreu grandes golpes e cada vez mais lojas veem fechando as portas. A rede de departamentos Macy’s anunciou, recentemente, a demissão de 10 mil trabalhadores – sendo 6.200 dos escritórios e 3.900 das lojas – e o fechamento de 68 unidades.

Em maio, a Sears, outra rede famosa, anunciou que as suas vendas trimestrais caíram mais de 20% ano a ano desde 2007.  A crise econômica norte americana de 2008, somada ao e-commerce, castigou as marcas que não entenderam a necessidade de se reinventarem.

Nos EUA, muitos testemunham o chamado apocalipse varejista. De acordo com levantamentos feitos pelo banco Credit Suisse, de 20% a 25% dos shoppings centers devem fechar as portas até 2022. Isso quer dizer que de 240 a 300 dos grandes espaços de compras correm risco de encerrarem suas atividades.

Já no Brasil, de acordo com pesquisas realizadas pelo Ibope, os 20 shoppings abertos em 2016 atuam com mais da metade de suas lojas fechadas, isso representa 55%.

As lojas físicas estão sofrendo com perdas nas vendas, dívidas operacionais, anúncios de falências e o fortalecimento da concorrência – em especial, a online.

Um exemplo disso é a Amazon, que anunciou a melhor fase de sua história, no final de 2016, ao enviar mais de 1 bilhão de itens em todo o mundo com seu programa de fidelidade Prime (um tipo de clube que oferece frete grátis no site para qualquer compra, ao preço de US$ 99 por ano).

Mais de 72% dos clientes da gigante varejista fizeram compras por dispositivos móveis e 56% delas foram feitas pelo aplicativo. Facilitar o frete foi uma jogada de mestre que rendeu bons frutos para eles.

 

Segundo o relatório Webshoppers 35 da Ebit, o e-commerce cresceu 7%, em 2016 no Brasil. E 48 milhões de pessoas compraram online no ano passado – quase uma a cada quatro pessoas. Se nos Estados Unidos o varejo de moda está decaindo, por aqui a categoria lidera o ranking de vendas na web em volume de pedidos.

Por outro lado, faz sentido abrir lojas físicas para suportar o crescimento do comércio digital. Acredito que o ideal seja o equilíbrio entre os dois lados.

É partindo desse movimento que investidores e empresários do mercado estão dispostos a pensar que o comércio digital e o tradicional podem coexistir e até crescer e lucrar juntos.

Isso porque as pessoas não deixaram de comprar, o que aconteceu é que os hábitos de consumo mudaram. As marcas que não perceberam e se adaptaram rapidamente estão perdendo clientes e correndo risco de falência.

A evolução do e-commerce, a universalização do acesso mobile e o novo perfil do consumidor mudaram drasticamente a forma com que as pessoas decidem suas compras. Hoje, quatro de cada cinco compras em lojas físicas são impactadas pelo digital, seja com uma busca no Google ou com uma pré-consulta no e-commerce da marca.

O resultado prático disso é que não existe mais estratégia de “loja física” quando 75% das compras são impactadas pelo digital. O mais desafiador desta nova fase é que não existe estratégia única que resolva esta equação de lojas físicas com consumidores 100% conectados.

Então, como as marcas vitoriosas estão fazendo para focar na transformação digital?

A criação de labs de inovação, internos ou em parceria com desenvolvedores de software, tem sido uma estratégia vencedora. Essas estruturas usam estratégias de Design Thinking para repensar a jornada do consumidor e desenhar experiências de compra sensacionais para este novo cliente.

Em resumo, utiliza-se de muita tecnologia para resolver dores, atritos e gargalos do processo de compra tradicional. Um exemplo de varejista que tem alcançado destaque no meio da crise e ao largo das falências é o Magazine Luiza.

O Luiza Labs tem apostado na experimentação de tecnologias digitais para redesenhar o fluxo de compra e hoje o site de comércio eletrônico da marca já representa incríveis 28% das receitas do grupo enquanto o e-commerce no Brasil ainda engatinha com 3% do volume total do varejo. As ações de Magalu acumulam 170% de valorização em 2017, os números falam por si só.

Ou seja, as lojas tradicionais oferecendo um atendimento de primeira linha, podem atrair também seus clientes para suas lojas online e vice-versa. Uma atitude que reforçou isso, foi a decisão da Amazon de abrir lojas físicas este ano – a companhia comprou a Whole Foods Market, uma cadeia de supermercados focados em alimentação saudável por US$ 13,7 bilhões.

A transformação que vem esvaziando shoppings centers é a mesma que reformula o pensamento dos varejistas e faz um profundo reordenamento do setor. O varejo físico não irá acabar no Brasil, mas diria que há um longo processo de reinvenções pela frente. O hábito e as expectativas dos consumidores mudaram e o que garante a satisfação de cada público é a experiência de compra.

Existem diversas oportunidades, também para o modelo tradicional, para entender a percepção do seu público e se adaptar a ele como a Amazon fez ao sair do digital e trazer sua marca para mundo real.

A tendência nesses tempos de crise que podemos ter como regra é parar e analisar grandes oportunidades, integrar loja física com a loja online e saber aproveitar a influência da internet com uma gestão pensada na experiência de compra, na agilidade da entrega, na eficiência e na inovação.

Está convencido de que precisa se reinventar para vencer? – Fonnte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/vencer-nova-fase-varejo/

Alguns pontos da palestra de Ratan Naval Tata em Londres

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Ratan Naval Tata é um empresário bilionário e investidor indiano, dono até de marcas como Land Rover, filantropo e chairman interino do grupo Tata.

Alguns pontos de uma palestra dele em Londres:

👉1. Não eduque seus filhos para serem ricos. Eduque-os para serem felizes. Assim, quando crescerem, eles saberão o valor das coisas, não o seu preço.

👉2. Coma seus alimentos como se fossem remédios. Do contrário, você terá que comer seus remédios como se fossem alimentos.

👉3. Aquele que te ama nunca irá te abandonar, pois mesmo que existam 100 razões para desistir, ele irá encontrar uma única para permanecer ao seu lado.

👉4. Existe muita diferença entre ser humano (substantivo) e ser humano (verbo). Mas somente poucos entendem isso.

👉5. Você foi amado quando nasceu e você será amado quando morrer. Nesse intervalo, você precisa merecer…

👉6. Se quer andar rápido, ande sozinho. Mas se se quer andar longe, ande com alguém ao seu lado!!

👉7. Os seis melhores Médicos do mundo: luz do sol, descanso, exercício, dieta, auto confiança e amigos! Mantenha-os em todo os estágios e aproveite uma vida saudável!

👉8. Se você olhar para a Lua, verá a beleza de Deus, se você olhar para o sol, verá o poder de Deus e, se você olhar no espelho, verá a melhor criação de Deus. Então, acredite em si mesmo!

👉9. Na vida, somos todos turistas e Deus é o agente de viagens que já determinou todas as nossas rotas, reservas e destinos. Então, confie nele e aproveite essa “viagem” chamada vida!

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Redes sociais: uma faca de dois gumes

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O mundo virtual se tornou inestimável e inescapável para qualquer empresa que se preze – esteja ela presente apenas no universo online ou no offline. Mas, como todo ambiente cujo controle é etéreo, pode se tornar altamente perigoso.

Ter um perfil ativo nas redes sociais requer, portanto, muito cuidado por parte da corporação. Até porque, se o sucesso de uma ação gera repercussão positiva imediata e viral, isso também é verdade quando há uma crise.

Alguns pontos são importantes para se manter a salvo (ou pelo menos a uma distância segura) de problemas. O primeiro é contar com um especialista na área, alguém capaz de antever iniciativas com teor “incendiário”. Ele vale cada centavo, acredite.

A seguir, algumas dicas que considero essenciais para o bom convívio entre empresa e redes sociais.

Crie conteúdo de qualidade

Independentemente da rede social, não adianta ser mais do mesmo quando o assunto é comunicação digital. Ou você cairá em um abismo de ideias feitas – e, o que é pior, velhas. Tenha em mente os assuntos que são caros a sua empresa e também relevantes para seus potenciais clientes.

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Não se deixe levar pela sedução do conteúdo falsamente informativo, cujo objetivo é meramente comercial. As redes sociais já estão repletas de gente tentando vender produtos e serviços, você não pode ser mais um.

Desenvolva uma agenda de ações

Pode ser um Excel ou um Power Point, não importa. Mas você precisa ter ciência, desde o primeiro momento, do que deseja a curto, médio e longo prazos com sua incursão pelo mundo virtual. Que mensagem pretende passar? Com quem deseja falar? Como impactar esse universo de usuários? Que linguagem usar? Quantos posts/mensagens/vídeos por dia deve postar? Tudo precisa estar muito bem desenhado e planificado antes de se adentrar em qualquer rede social, seja ela o Facebook, o Instagram, o YouTube, o Twitter etc.

Não frustre seu cliente com postagens caóticas

Esta dica tem a ver com a dica de cima: uma vez que você decidir a quantidade de postagens por dia (ou por semana, enfim), transforme essas postagens em um relógio. Isso significa que, se você quer enviar um post sempre às 10h da manhã, esse horário precisa ser cumprido religiosamente. O respeito a essa ação cotidiana cria laços poderosos com os internautas.

Recebeu uma pergunta via rede social? Responda!

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Seu cliente é o que há de mais importante. E seu potencial cliente também. Lembre-se: as redes sociais potencializam a capacidade dos usuários/internautas de conversarem com a empresa. E isso significa dizer que você passa a ter um canal direto de relacionamento, o que é uma conquista e tanto.

Mas tenha em mente que esse poder é uma faca de dois gumes. Consumidor mal atendido ou ignorado, via redes sociais se torna, facilmente, um inimigo poderoso. E o que é pior: destila sua frustração também via redes sociais.

Tenha a concorrência sempre na alça de mira

Não estou me referindo a imitar o que ela estiver fazendo – embora seja saudável fazer isso. Mas, mais importante do que isso, é aprender com os erros que seus concorrentes cometem nas redes sociais. Esteja atento às crises pelas quais eles passam e invista na identificação dos motivos que as ocasionaram. Ou seja: use o fracasso alheio para alavancar seu sucesso.

Erros gramaticais? Jamais!

Uma coisa é postar usando a metalinguagem típica das redes sociais – principalmente a do Twitter, até por causa do espaço reduzido de caracteres. Mas um post com erro gramatical pode se tornar um pesadelo.

Nesse quesito, todo cuidado é pouco. Se for possível, invista em um serviço de revisão online (há diversas empresas que fazem isso) para se manter a salvo de vexames. E nem pense em usar palavras de baixo calão, não importa o quão coloquial você pretenda ser em sua face digital.

Use encurtadores de URL

Esta é outra dica que ganha ainda mais importância se sua rede social favorita for o Twitter. Mas, mesmo no caso do Facebook, Instagram e etc., evite postar links completos, pois eles atrapalham muito a leitura dos textos (principalmente se forem textos curtos). Há vários sites na internet que encurtam URLs.

Essas são algumas ações que considero importantes quando o assunto é relacionamento com clientes via mídias sociais. Como sempre, deve prevalecer o bom senso. Tenho certeza de que, seguindo os 7 conselhos acima, você estará bem posicionado nessa selva que é o mundo virtual.

Artigo publicado com autorização da autora. Original aqui.

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“Reconhecimento é a melhor forma de estimular alguém”

 Palestra do professor Mario Sergio Cortella realizada em São José dos Campos em junho/2016 (Foto:  Lucas LACAZ RUIZ / A13 / Ag. O Globo)

Para o filósofo Mário Sérgio Cortella, a ausência de reconhecimento é a grande causa da atual desmotivação nas empresas.

O salário não é a principal fonte de insatisfação dos brasileiros dentro das empresas. Mais do que uma remuneração condizente com o que seria justo pelo seu trabalho, as pessoas querem ser reconhecidas e valorizadas dentro das organizações. Ser mais uma peça da engrenagem é um fardo nos tempos atuais, defende o filósofo Mário Sérgio Cortella. Docente, educador, palestrante e consultor de empresas, Cortella afirma que a principal causa da atual desmotivação é a ausência de reconhecimento. E ela manifesta-se de várias formas: do chefe injusto à falta de valorização em cada projeto e tarefa. Não é uma questão puramente de promover o elogio desmesurado, mas uma forma de “dar a energia vital ao funcionário para continuar fazendo e seguindo em frente”. É principalmente evitar a mensagem de que “não ser mandado embora já é um elogio” ou que “o silêncio é a melhor maneira de dizer que está tudo em ordem”.

Em seu novo livro, Mário Sérgio Cortella fala sobre reconhecimento e de outras questões que considera inerentes à insatisfação de muitas pessoas hoje em relação ao próprio emprego. Em “Por Que Fazemos O Que Fazemos” [Editora Planeta], o professor reflete sobre próposito e por que as pessoas almejam empregos que conciliam uma satisfação pessoal e a certeza de não realizar um esforço “inútil” dentro da sociedade. Este tipo de aflição ganha maior evidência com a geração millennial que passou a almejar um “projeto de vida que não soe como conformado”, ou seja, do trabalho pelo trabalho. É sonhar com o trabalho grandioso, com uma rotina que não seja monótona, com um ‘projeto que faça a diferença’. Por outro lado, é uma geração também que chega – em parte –  com pouca disciplina, que tem ambição e pressa, que vê seus desejos como direitos – e ignora os deveres.

Todas essas aflições corporativas têm moldado a forma de atuar das empresas e das pessoas na hora de se associarem a um emprego. Em momentos de crise econômica, elas ganham um nível de contestação ainda maior. Em entrevista à Época NEGÓCIOS, Cortella comenta esses dilemas e mudanças, os “senões” de se fazer o que se ama e por que há uma “obsessão enorme por uma ideia de felicidade que não existe”:

As pessoas não querem mais somente um salário mais alto, querem acreditar que fazem algo importante, autoral. Por que a necessidade de ter propósito ganhou maior relevância? É uma questão geracional?
Ela é mais densa e angustiante na nova geração que enxerga muitas vezes na geração anterior, que a criou, certa estafa em relação ao propósito. É muito comum que jovens e crianças enxerguem hoje nos pais algum cansaço e até tristeza naquilo que fazem. O pai e mãe dizem “eu trabalho para sustentar, esse é meu trabalho”. Há uma grande conformidade. E essa conformidade de certa forma acabou marcando uma nova geração, a millennial, que traz aí a necessidade de ter algum projeto de vida. Eles não querem repetir um modelo que, embora esforçado, dedicado e valoroso soa, de certa maneira, como conformado. Hoje há uma aflição muito grande na nova geração de maneira que se traduz numa expressão comum: “eu quero fazer alguma coisa que me torne importante e que eu goste”. A geração anterior tinha um pouco essa preocupação, mas deixou um tanto de lado por conta da necessidade.

Quando o sr. se refere à geração Y, aos millennials, está considerando um recorte ou o todo?
Claro que temos recortes. Não estou falando de quem está atrelado ao reino da necessidade, que precisa trabalhar sem discussão porque precisa sobreviver. Esta é uma questão de outra natureza. O termo millennial que eu adoto, como muitos, é aquele que cunharam para quem nasceu a partir dos anos 1990. E essa geração tem recortes mais diretos em relação à camada social. Evidentemente se você considerar aqueles que são escolarizados, têm boa condição de vida e que estão acima da classificação oficial da classe D, essa geração tem mais possibilidade de escolha à medida que a sobrevivência imediata não é uma questão. Ela pode viver até mais tempo com os pais e ser por eles sustentada. Isso vem acontecendo. Já integrantes das classes D e E têm mais dificuldade – uma parcela às vezes encontra sobrevivência na transgressão, no crime de outra natureza e outros encontram aquilo que é o trabalho suplicial que o dia a dia coloca sem escolhas.

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Como o senhor diz no seu livro até para ser mochileiro, você precisa ser livre de uma série de restrições…
Sim, você precisa dominar outro idioma, saber se virar. Há uma diferença entre um filho meu, de camada média, com uma mochila nas costas andando pela rua em relação ao modo que ele se conduz, à maneira como ele se dirige às pessoas do que ele ser, por exemplo, um andarilho. Uma pessoa pode até ser mochileira, mas ela já tem condições prévias que a tornam uma mochileira com menos transtornos do que como seria de outro modo.

O senhor diz frequentemente que, para fazer o que se gosta, é preciso fazer uma série de coisas das quais não se gosta. Esse entendimento provém de uma educação na empresa, da família ou escola?
É uma questão de formação familiar. Hoje há uma nova geração que, especialmente nas classes A, B e C, cresceu com facilitações da vida. Hoje a gente até fala em “adolescência estendida” que vai até aos 30 anos e não necessariamente até os 18 anos. São as pessoas que continuam vivendo com os pais, sob sustentação. Isso acabou levando também a uma condição, que uma parcela dos jovens entende que “desejos são direitos”, que vão obter aquilo porque é desejo deles e um outro vai providenciar. Cria-se assim a perspectiva equivocada de que as coisas podem ser obtidas sem esforço. Mas sabe, eu lembro sempre, trabalhar dá trabalho. Como costumo dizer: “só mundo de poeta que não tem pernilongo”. É óbvio que isso não anula a riqueza que essa nova geração tem de criatividade, expansividade, de receptividade em relação a vários modos de ser. Uma geração mentalmente rica, mas que precisa de um disciplinamento – que não é torturante, mas pedagógico – e que começa na família e vai encontrando abrigo na empresa. Essas estruturas são importantes para que essa energia vital não se dissipe. É preciso organizar essa energia de modo que não se perca com inconstâncias, para ser algo que possa de fato gerar benefício para o indivíduo e para a comunidade dele.

As empresas ainda não sabem lidar, de forma geral, com a energia desses jovens?
Não, elas ainda estão começando a aprender. Há algumas que já possuem uma certa inteligência estratégica e estão se preparando e preparando seus gestores para que acolham essa nova geração como um patrimônio e não como um encargo. Porque quando você acolhe a nova geração como um encargo, em vez dela ser “sangue novo”, ela se torna algo que é perturbador. E é claro que não é só o jovem que tem de se preparar para essa condição. É necessário que a pessoa que a receba seja acolhedora, mas que também se coloque em uma postura de humildade pedagógica. Que ela saiba que vai aprender muito com alguém que chega com novas habilidades que a geração anterior não tem. Lidar nos dois polos de maneira que equipes multigeracionais ganhem potência em vez de entrarem em situação de digladio ou confronto.

Nesses dois polos, os profissionais mais seniores ficam inseguros com receio de que seu papel não seja mais relevante nas organizações.

Como eles podem lidar com esse novo cenário?
Eu só conseguirei ter essa percepção de que estou ficando para trás se eu deixar de lançar mão daqueles que chegam com coisas que eu ainda não conheço. E aí eu não vou ter só a percepção, eu vou ficar mesmo para trás. A gente aprende muito com quem chega, mas a gente também tem o que ensinar. Tem dois princípios que precisamos implantar: 1) quem sabe, reparte 2) quem não sabe, procura. Se eu formar seniores e juniores nesses dois princípios, de um lado vai ter generosidade mental e de outro a humildade intelectual. Essas duas trilhas virtuosas serão decisivas para que a gente construa maior potência no que precisa ser feito.

Com todos esses dilemas e mudanças, a ambição é necessária? Uma pessoa ambiciosa é boa ou perigosa para a empresa?
A pessoa ambiciosa é aquela que quer ser mais e melhor. É diferente de uma pessoa gananciosa, que quer tudo só para si a qualquer custo. Uma parte do apodrecimento que nosso país vive no campo da ética hoje se deve mais à ganância do que à ambição. Eu quero um jovem ambicioso. Eu, Cortella, sou ambicioso. Quero mais e melhor. Mais e melhor conhecimento, mais e melhor saúde. Mas não quero só para mim e a qualquer custo. A ganância é a desordem da ambição. É quando você entra no distúrbio que é eticamente fraturado. Por isso, é necessário que uma parte dos jovens seja ambiciosa. Um ou outro tem sim essa marca da ganância caso ele seja criado em uma família, estrutura, comunidade, na qual a regra seja a pior de todas: “fazemos qualquer negócio”. E essa regra é deletéria, é malévola aos negócios que, embora possam ser feitos, não devem ser feitos. A ambição é necessária, mas a ganância tem que ser colocada fora do circuito.

E quando você junta ambição e pressa?
Não é algo que traz bons resultados. Uma das coisas boas da vida não é ter pressa, é ser veloz. Se você faz um trabalho apressadamente, você vai ter que fazer de novo. Quando eu vou consultar médico, eu quero velocidade para chegar à consulta, mas eu não quero pressa na consulta. Velocidade resulta de perícia, habilidade, de ser alguém que tem competência no que faz. A pressa resulta da imperícia. Por isso, o desenvolvimento da perícia, habilidade, competência permite que se faça algo velozmente. E se sou veloz, aquilo que resulta da minha ambição pode se transformar no meu êxito. Se sou apenas um apressado, vou ter que lançar mão de trilhas escusas para chegar ao mesmo objetivo – e o nome disso é Lava Jato.

Há um certo profissional que prefere hoje estabilidade e quer seguir uma carreira linear, sem grandes saltos. Mas é visto como um profissional medíocre. Ele está errado?
É um direito que ele tem. Uma pessoa tem direito de fazer essa escolha, mas ela também não pode se lamentar em relação ao resultado que isso traz. Afinal de contas, essa é uma vida morna, sem vibração. Não é uma que eu gostaria de seguir. Mas pode ser feita. Ninguém é obrigado a atuar de um outro modo. Eu acho que escolher essa vida irá beirar, em algum momento, à monotonia e isso gerará tristeza e frustrações.

Essa pessoa não projeta provavelmente as expectativas dela dentro da empresa?
Não, ela apenas vê aquilo ali como emprego. Emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida. Trabalho dá vitalidade, emprego pode te dar dinheiro. Qual a diferença entre trabalho e emprego? O trabalho você faria até de graça. Há pessoas que encontram no emprego o trabalho que gostariam de ter. Há pessoas que não encontram e são infelizes e outras ficam apenas na rotina do emprego. Não seremos nós a dizer a alguém que ele não pode fazer isso, mas a mediocridade como escolha não deixa de ser mediocridade só porque foi escolhida.

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Do mesmo modo, há quem projete todas as expectativas dentro da empresa…
Sim e isso tem piorado muito. Como o ambiente econômico piorou e a vida ficou mais complexa em relação à condição de sobrevivência, muita gente se encontra desmotivada. Ela até faz, mas não queria estar fazendo daquele modo e às vezes nem tem clareza do porquê está fazendo.  A empresa precisa entender que necessita criar movimentos de estímulo em relação a essa atividade, promover formação continuada, reconhecimento, tudo aquilo que faz com que a pessoa ganhe energia e receba combustível. Ninguém motiva alguém, o que se pode é estimular. A motivação é movimento interno – mas uma pessoa se encontrará mais motivada se ela for estimulada a fazê-lo. Empresa inteligente faz isso, promove momentos de reconhecimento para que as pessoas se sintam autorais naquilo que fazem, nos quais as pessoas entendam que as empresas se interessam por elas e não somente as usam. Entendam que são um bem, não apenas uma propriedade no sentido maquinário do termo. E quem é cuidado por uma organização também vai querer cuidar dela.

Em uma empresa com hierarquia muito rígida, é muito difícil fazer isso caso a caso, correto?
Se a empresa não tiver isso vai ter que inventar. Se ela é capaz de inventar participações do mercado, novas tecnologias e inovação, ela terá também de buscar inovação na formação de pessoas. Isso dá trabalho, mas é garantia de futuro. Quando a empresa fala que o maior ativo é gente, isso precisa ser demonstrado. Lealdade é reciprocidade. Se eu não percebo lealdade por parte de quem me contrata quanto à minha dedicação… eu preciso ver que a empresa se dedica a mim também. E isso não é com relação ao meu salário, porque eu vou sempre querer que ele seja superior, mas que seja evidente que a empresa consegue cuidar de mim, ajudar a aumentar minha capacidade, competência, não me colocar apenas como um peão de xadrez dentro do tabuleiro. Porque aí uma hora a reciprocidade virá.

No livro, o senhor defende que as empresas devem realizar atividades que façam seus funcionários refletirem sobre o propósito do trabalho que realizam. Por que essa é uma atividade tão rara nas empresas?
Algumas empresas temem que, ao promover essa revisão, a pessoa abandone a companhia. Só que é necessário promover situações, criar ocasiões que levem a refletir sobre a razão de estar ali para que quando a pessoa resolva continuar na empresa, ela fique de modo mais legal, mais persistente e sólido. De nada adianta eu ter um grupo que nem pensa sobre a razão e no primeiro tropeço desiste, enfraquece, perde energia. É uma medida cautelar, é criar ocasiões que façam vir à tona as razões e os senões pelas quais alguém está ali. Assim é possível corrigir e dar maior densidade à razão para que ela continue de uma forma muito mais substantiva. É questão de estratégica, um caminho de perenidade que seja maior do que aquele que traz apenas uma ilusão ou  uma simulação de lealdade.

Se você olhar para as organizações que não têm um produto muito mais admirado, como elas podem fazer para atrair e reter talentos em um mundo onde o propósito é mais valorizado?

Há algumas pessoas que não querem mais trabalhar em uma organização que comercializa algo que seja malévolo, menos sedutor, encantador. Isso tem levado as próprias empresas a reorientarem seu modo de atuação. Um dos produtos que hoje está no alvo é o refrigerante, sendo visto como fonte de malefício. Mas as grandes empresas do varejo vêm reordenando a sua atuação nesse campo de maneira a tornar aquele produto como algo que não seja entendido como maléfico. É difícil trabalhar hoje na indústria do tabaco, na indústria armamentista. Mas veja bem, o que é trabalhar na indústria armamentista? É trabalhar naquela que faz míssil ou naquela que faz computador que também é colocado no míssil? Essa inter-relação leva a uma revisão dessas percepções. A empresa não pode ser sedutora apenas na aparência, precisa explicitar os compromissos que tem. É muito mais difícil enganar alguém hoje do que há algumas décadas. A fonte de informação é imediata. Não sou tão iludível quanto era quando era menino. Um jovem de 20 anos tem informações sobre uma organização que não se conseguia tão facilmente antes.

O senhor aponta no livro que o maior descontentamento atual dos funcionários nas empresas não é salarial, mas a falta de reconhecimento. Por que a questão ganhou força nos últimos anos?
Hoje há um anonimato muito forte na produção. Como a gente tem uma estrutura de trabalho em equipe muito grande, o trabalho em equipe quase leva à anulação do reconhecimento do indivíduo. E isso significa que um trabalho em equipe não prescinde da atuação de cada pessoa. É necessário que não se gere anonimato. Eu insisto: reconhecimento não é só pecuniário, financeiro, é autoral. É necessário que a empresa exalte, mostre quem colaborou com aquilo. À medida que você tem reconhecimento, comemoração, celebração, isso dá energia vital para continuar fazendo. Não se entende aquilo como sendo apenas uma tarefa. O reconhecimento ultrapassa a ideia de tarefa. Não sei se seu pai fazia isso, mas chegava em casa com o boletim da escola, altas notas, e ele dizia: “não fez mais que a obrigação” – isto é altamente desestimulador. É preciso reconhecer, dizer que é bacana, comemorar. Aquilo que estimula a continuar naquela rota. Reconhecimento é a principal forma de estímulo que alguém pode ter.

No livro, o senhor também cita a obsessão por “uma tal ideia de felicidade” que acaba levando as pessoas a viverem muito mais a expectativa do que a realização. Por que isto ocorre?
A felicidade não é o lugar onde você chega. A felicidade é uma circunstância que você vivencia no seu dia a dia. Não tem “a felicidade”. Você tem circunstâncias de felicidade, ocasiões, que quando vêm à tona não devem ser deixadas de lado. Ninguém é feliz o tempo todo – isso seria uma forma de idiotia – à medida que a vida tem suas turbulências. Mas quando ela vier, admita a felicidade. Colocar a felicidade só num ponto futuro, inatingível, isso é muito mais resultante de uma dificuldade de lidar com a questão do que concretamente uma busca efetiva. Por isso, sim, a felicidade é uma desejo porque o mundo tecnológico nos colocou em contato com tantas coisas, mas nos deu uma certa marca de solitariedade, de ficar solitário com relação àquilo que se tem, a uma ausência de contato muito forte. Tudo é muito virtual e isso acaba gerando desconforto interno, angústia nas pessoas. E a felicidade é um nome que as pessoas dão para superar essa angústia.

O que é felicidade para o sr?
É a que eu tenho na minha vivência. Quando percebo uma obra feita, uma aula bem dada, um abraço sincero, afeto verdadeiro, conquista merecedora. São meus momentos de felicidade. Não são um lugar onde desejo chegar.